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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Sacanas sem lei


Solidão


Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência.


Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isso é saudade.


Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... isso é equilíbrio.


Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... isso é um princípio da natureza.


Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... isso é circunstância.


Solidão é muito mais do que isto.


Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma ...


Francisco Buarque de Holanda


Sacanas sem lei


De todos os filmes de Quentin Tarantino, considero "Pulp Fiction" a sua obra maior. Fui ao cinema com o meu filho assistir ao último filme de Tarantino. Não sou uma grande apreciadora dos seus filmes (gostei do "Pulp Fiction"), mas este "encheu-me as medidas".

O "Inglourious Basterds" (Sacanas sem lei) é realmente um grande filme. Fala-nos sobre um tema inesgotável - a segunda guerra mundial. É um filme surpreendente, com uma óptima banda sonora e algumas interpretações magníficas.


Encontrei este texto sobre o filme no site de Público:

"Quentin Tarantino junta-se a Brad Pitt, Diane Kruger, Daniel Bruhl, Christoph Waltz, Mike Meyers, Michael Fassbender e Mélanie Laurent num tributo a "Quel Maledetto Treno Blindato", um filme de guerra italiano, de 1978, realizado por Enzo Castellari e que saiu nos EUA com o título "The Inglorious Bastards".
Durante a II Grande Guerra assistem-se a corajosas lutas: do tenente Aldo Raine (Brad Pitt), conhecido como Aldo, o Apache, especialista nos escalpes e líder dos Sacanas, um grupo de soldados americanos escolhidos para espalhar o terror entre os nazis, eliminando-os com especial requinte; de Bridget von Hammersmark (Diane Kruger), uma famosa actriz alemã que na verdade colabora com a Resistência Francesa; e de Shosanna (Mélanie Laurent), uma rapariga judia sobrevivente ao massacre da sua família que acaba em Paris, a gerir um cinema durante a ocupação dos alemães.
Nessa sala de cinema, durante a grande estreia de "O Orgulho da Nação", um filme de propaganda nazi, em que o próprio Hitler e os principais líderes tinham previsto marcar presença, o grupo dos Sacanas e Shosanna cruzam-se com um objectivo comum: a destruição do III Reich."




trabalhinho:


Lençol bordado à mão, o desenho foi feito por mim.


Miminhos



Estes miminhos foram-me oferecidos pela Maria Cusca !

Obrigada, amiga! Aqui ficam para quem os quiser levar!


A mena na cozinha

Sopa de agrião

1 cebola grande
2 dentes de alho
4 batatas grandes
500 g de cenouras
sal
azeite
1 molho de agriões

Numa panela com água temperada com sal, leve a cebola, as batatas e as cenouras a cozer.

Arranje os agriões e lave-os bem.
Reduza as batatas e os outros ingredientes a puré e junte os agriões. Deixe cozinhar.
Rectifique os temperos, se gostar ponha um pouco de pimenta. Tempere com azeite.

Sirva quentinha com pão torrado.
Bom apetite!


Elas vibram com... e eles...


sexta-feira, 1 de maio de 2009

Uma aventura no museu

9 de Abril

Os onofrinhos visitaram mais um museu. Tiraram mil fotos, palmilharam por todos os corredores e salas, admiraram as esculturas e pinturas...

O museu é grandioso, aqui conjuga-se o antigo com o mais moderno e contemporâneo. A grande Pirâmide, à entrada, tem 21 metros de altura e 200 toneladas de vidro e vigas.
O prédio foi construído entre 1852 e 1857.





Quando chegámos ao museu, na entrada foi-nos fornecido um mapa para nos orientarmos dentro do museu. Poderíamos seguir por três direcções: Sully, Richelieu e Denon. Estas três regiões correspondem às três alas do edifício e têm os nomes de três grandes funcionários do estado: Sully (ministro da fazenda de Henry IV), Richelieu (ministro de Luís XIII) e Denon (primeiro ministro do museu central de arte durante Napoleão I). O museu tem 4 pisos. O mapa indica-nos as divisões dentro do museu, divididas em Antiguidades Orientais, Egípcias, Gregas, Romanas, esculturas e Louvre medieval.

















Escolhemos seguir em direcção a Denon, pois aí se encontram as galerias mais visitadas do museu. Aqui, admirámos as obras dos pintores mais célebres do mundo das artes.
Uma das obras de maior destaque é a pintura de Leonardo da Vinci (1452 -1519), A Gioconda.






"Professora, este museu é enorme!"
"Não vamos conseguir ver tudo, pois não?"



























A sala onde está exposta A Gioconda é visitada por milhares de pessoas. Vimo-nos da “cor dos gatos” para chegarmos perto da famosa pintura.

"Professora, este quadro pode ser o mais conhecido do Da Vinci, mas eu tenho outras preferências."
"Pois é, professora, se me dessem a escolher uma pintura dele, não escolheria esta! Há outras bem mais bonitas! Não concorda comigo?"











"Ela tem razão, não acha, professora?"

Aqui e ali faziam-se críticas e admiravam-se as pinturas preferidas, as enormes e belas esculturas...
































Aqui ficam, então algumas das fotos tiradas pela minha filhota. Farei outro post com outras tantas, mas é completamente impossível divulgar todas as obras de arte captadas pelas nossas câmaras.


A Mena na cozinha

Sopinha de agrião

4 batatas
4 cenouras grandes
1 cebola
1 dente de alho
1 curgete pequena
uma fatia de abóbora
salsa
sal
pimenta
1 molho de agriões
azeite

Descasque as batatas, a cebola e o dente de alho; raspe as cenouras; lave a curgete; prepare a abóbora. Corte tudo aos bocados e leve ao lume numa panela com água.
Quando estiver tudo cozido, reduza a puré.

Prepare os agriões e lave-os.
Junte ao puré e tempere com sal e pimenta a gosto. Deite um fiozinho de azeite. Deixe cozinhar um pouco.

Sirva quente com pão torrado a acompanhar.
Bom apetite!



Trabalhito:

porta-chaves


Miminho

Este selinho foi-me oferecido por estes meninos felizes! Vão até ao seu cantinho e respirem aquela atmosfera de felicidade e amor.