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domingo, 2 de janeiro de 2011

Como fazer uma flor em tecido

Corte cinco círculos de tecidos com texturas diferentes, mas de tons similares. Os círculos devem ser de tamanhos diferentes. Com uma vela ou isqueiro queime à volta, aproximando levemente o tecido da chama, para não se desfiarem. De um tecido com desenho em espinha, recorte umas folhinhas, queimando para que não se desfiem. Coloque os círculos, uns por cima dos outros, acabando com o menor. Junte as folhinhas também. Enfie um arame alfinete numa conta e fure os círculos, rematando por baixo, enrolando o arame com o alicate de pontas redondas. Corte um círculo de feltro, de pele ou de pelica, faça dois pequenos cortes para inserir o alfinete e cole na parte de trás da flor.
Com pedacinhos de tecido que vamos guardando, com roupa que vamos deixando de vestir... podemos fazer um sem número de artigos lindos! É só pôr a imaginação a trabalhar!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Frei Luís de Sousa - Fontes literárias

Frei Luís de Sousa - Fontes literárias


Memória ao Conservatório Real” é uma introdução à peça Frei Luís de Sousa, lida em conferência ao Conservatório Real de Lisboa a 6 de Maio de 1843. Neste texto, Garrett tece inúmeras considerações sobre a literatura, o teatro e a função do artista na sociedade, o que contribui para melhor conhecermos o pensamento e os objectivos do escritor.


Frei Luís de Sousa

Escritor português, nascido em 1555, de origem nobre, de nome Manuel de Sousa Coutinho, Cavaleiro da Ordem de Malta, esteve cativo em Argel, onde segundo algumas fontes terá conhecido Cervantes. Ao regressar casou com D. Madalena de Vilhena, viúva de D. João de Portugal que morrera ou ficara cativo na Batalha de Alcácer-Quibir. Manuel Coutinho tem uma filha deste casamento, que morre jovem. Mais tarde, ambos os cônjuges resolvem ingressar na Ordem Dominicana, assumindo Manuel de Sousa o nome de Frei Luís de Sousa. Dedica-se à escrita no convento e redige uma obra “Vida de Dom Frei Bartolomeu dos Mártires” de carácter autobiográfico, que mais tarde veio inspirar Garrett.


No texto “Memória ao Conservatório Real”, o autor esclarece quais foram as fontes literárias que utilizou para compor a peça “Frei Luís de Sousa”. O seu interesse pela figura de Frei Luís de Sousa começou quando o autor assistia a uma comédia espanhola sobre esta mesma personagem. Mais tarde, ao contactar com o texto “Memória do Sr. Bispo de Viseu D. Francisco Alexandre Lobo” apercebeu-se do grande potencial dramático da história em questão e resolveu reler a narrativa de Frei António da Encarnação. Por fim, ao ler um relatório sobre a peça “O cativo de Fez” de Silva Abranches, também inspirada na figura de Frei Luís de Sousa, decidiu tratar o assunto ele mesmo e de modo totalmente diferente. Após um aturado estudo de contextualização histórica, surge uma das obras mais paradigmáticas do teatro português, “Frei Luís de Sousa”.


Classificação literária da obra


Segundo o texto "Memória ao Conservatório Real", Garrett considera a obra “Frei Luís de Sousa”:

- tendo em conta o conteúdo – uma tragédia.

- tendo em conta a forma – um drama


As opções de Garrett


· Em termos de linguagem:

- recusa da utilização do verso: "(...) posto que eu não creia no verso como língua dramática possível (...)"

- defesa da utilização da prosa: "(...) repugnava-me também pôr na boca de Frei Luís de Sousa outro ritmo que não fosse o da elegante prosa portuguesa (...)"


· Em termos de assunto:

- poucas situações;

- poucas personagens;

- atitudes simples.


Definição do tipo de acção em “Frei Luís de Sousa”: "Nenhuma acção mais dramática, mais trágica do que esta (...)"


Contextualização da obra


O estudo do homem é o estudo deste século


Como executar?

- Coligir os factos do homem.

A quem compete executar?

- Ao sábio.


Como executar?

- Comparar os factos do homem, achar a lei de suas séries.

A quem compete executar?

- Ao filósofo, ao político.


Como executar?

- Revestir os factos do homem das formas mais populares.

- Derramar assim pelas nações um ensino fácil, uma instrução intelectual e moral.

- Surpreender os ânimos e os corações da multidão, no meio dos próprios passatempos.

A quem compete executar?

- ao literato, ao poeta.


Romantismo como a época literária do romance e do drama.


Este excerto permite contextualizar a obra “Frei Luís de Sousa” no período literária do Romantismo, visto que é reforçada a necessidade de educar o povo, mostrando-lhes as nossas raízes populares e tornando a cultura acessível, característica muito comum nos românticos, nomeadamente em Garrett, conhecido também como pedagogo.


As notas do autor


O carácter pedagógico da escrita de Garrett verifica-se na peça Frei Luís de Sousa. Para além de todas as características típicas de um texto dramático, esta peça possui notas do autor que pretendem instruir, mais do que elucidar, trata-se de mais uma característica do Romantismo.

Repara:

«Destes antigos familiares das casas ilustres, ou que viviam à lei de nobreza, ainda na minha infância conheci alguns representantes. Nas províncias, e principalmente nas do Norte, até o começo deste século, o escudeiro não era um criado, era um companheiro muitas vezes nem inferior em nobreza, e só dependente pela fortuna. Foi o último vestígio do pouco que havia de patriarcal nos hábitos feudais. O escudeiro é uma figura característica no quadro dos costumes portugueses, enquanto os houve; e hoje mais interessante, depois que se apagou toda a fisionomia nacional com as modas e usos estranhos, nem sempre mais elegantes que os nossos». (A. Garrett)

«Não é de invenção minha este argumento que convence tão fortemente o bom do aio velho, e que me lisonjeio de ser uma das coisas mais características e originais que o observador não vulgar encontrará talvez nesta composição. Tirei-o de um precioso tesouro donde tenho havido quási tudo o que em meus escritos literários tem tido a fortuna de ser mais aplaudido. O tesoiro são as reminiscências da minha infância, e o estudo que incessantemente tenho feito da linguagem, do sentir, do pensar e do crer do nosso povo, que é o mais poético e espirituoso povo da Europa.(…)” (A. Garrett)

«É o antiquado de fareis, que Maria aqui imprega com graciosa afectação, para falar em estilo de donzela romanesca, dando ordens ao seu escudeiro. Ponho isto aqui, porque sei que me notaram o arcaísmo como impróprio do tempo; era-o com efeito no século XVII em que aí estamos, se não fora trazido assim.» (A. Garrett)

«Os Lusíadas eram decerto então no princípio do século dezassete um livro da moda e que devia andar sobre o bufete de todas as damas elegantes. Hoje está provado que só no primeiro ano da sua publicação se fizeram em Lisboa duas edições, que por sua grande similhança confundiram muito tempo os críticos e bibliófilos. Até o ano de 1613, época da separação de Manuel de Sousa Coutinho e D. Madalena de Vilhena, as edições dos Lusíadas eram já nove, desde a primeira, de 1572, até à do referido ano de 1613, que é a dos célebres comentários de Manuel Correia, feita por Pedro Craesbeck. Das Rimas contam-se três edições do mesmo período; a quarta fez-se no seguinte ano de 1614. Dois autos tinham, saído na colecção do Prestes». (A. Garrett).

«De todos os retratos de D. Sebastião que sei existirem, creio que o mais autêntico é o que está, ou estava, pelo menos até 1828, em Angra, na Ilha Terceira, no palácio do Governo, que antigamente fora Colégio dos Jesuítas. É tradição ter sido para ali mandado por el-rei mesmo em sua vida. Muitas vezes contemplei longamente aquele retrato na minha mocidade, e por ele é feita a descrição que pus na boca de Maria.» (A. Garrett)



A Mena na cozinha

Kibe com atum

250 g de trigo para kibe
0,5 kg de atum
2 cebolas
6 dentes de alho
2 ramos de hortelã
2 colheres de pimenta
1 colher de canela em pó
Sal, piripiri, azeite

Coloque o trigo para kibe numa tigela e cubra com água quente, deixando 2 cm de água acima do trigo. Deixe de molho durante aproximadamente 1 hora.
Pique a cebola, os alhos e a hortelã na máquina. Misture a pimenta, a canela, o sal e o piripiri e envolva.

Numa tigela grande, deite o trigo demolhado e o atum desfiado e amasse bem. Seguidamente, adicione os temperos que preparou na picadora e misture bem, amassando com as mãos. Por fim, corrija os temperos, se for necessário.

Unte um tabuleiro com azeite e distribua a massa do kibe. Alise com uma colher e deite um fiozinho de azeite por cima.

Leve ao forno 30 a 40 minutos aproximadamente.

Sirva com salada de rúcula e batatas fritas.
Bom apetite!



Trabalhinho:


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Recicl'arte


Trabalhinho:



Que tal fazer um porta-moedas com um pacote de leite ou de sumo ou...
Parece-vos difícil?

Pode parecer, mas efectivamente não é. É só pegar num pacote de leite vazio e lavá-lo muito bem com água e sabão; procurar um tecido entre os retalhos que vamos guardando ou uma saia ou calças que já não usamos; cola de madeira e cola quente; fita de velcro para colar; um botão; um pedacinho de feltro...

Corte o pacote do leite e dobre-o (como mostra na foto).

Forre-o com tecido. Não ponha muita cola para o tecido não ficar ensopado, porque depois mancha. Deixe secar bem. Cole o velcro. Faça uma florinha com um outro tecido que fique bem e umas folhinhas em feltro, cole com cola quente. No meio da flor cole o botão. Já está!





A Mena na cozinha

Cheesecake de framboesa

Massa:
200 g de bolacha Maria
125 g manteiga

Recheio:
4 queijos frescos
0,5 l de natas
3 colheres de sopa de açúcar
6 folhas de gelatina

Cobertura:
1/2 frasco de doce de framboesa
1 colher de sopa de água

framboesas


Pique a bolacha Maria na picadora. Derreta a manteiga no microondas e junte-a à bolacha, mexendo até misturar tudo muito bem. Forre uma forma de tarte de fundo amovível com esta massa. Leve ao frigorífico.

Bata os queijos, as natas, o açúcar e as folhas de gelatina previamente demolhadas em água fria e dissolvidas num pouco de água quente. Deite este creme sobre a base de bolacha e leve de novo ao frigorífico ou ao congelador.
Antes de servir, dissolva metade do frasco de doce com uma colher de água e espalhe por cima da tarte. Enfeite com framboesas.

Delicie-se!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Recicl'arte



Continuo a reciclar, como podem ver... E as garrafas de água viram flores para enfeitar os vasos de flores!

Recorte pétalas das garrafas de água e folhas das garrafas de sumo e forre-as com tecido do lado de trás. O direito fica brilhante.

Também pode fazer as flores do lado do gargalo, cortando em seis partes até à boca da garrafa, depois arredonde as pétalas, forre-as e delineie-as com tintas dimensionais.

Cole as pétalas e as folhas em pauzinhos pintados de verde. Faça um olhinho e cole no centro da flor.

Aqui, estou de volta das caixinhas para embalar os bombons que vou oferecer aos amigos pelo Natal. Entretanto, dar-vos-ei algumas receitas de bombons.



A Mena na cozinha

Batido de coco com papaia

1 manga
2 dl de leite de coco
gelo

Delicie-se!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Recicl'arte




Meninas, o Natal vai chegar logo, logo! Quando dermos por isso, já não vamos ter tempo para nada. Por isso, vou lançar-vos um desafio: que tal começar a fazer uns trabalhinhos para oferecer aos amigos? Vou deixar-vos aqui uma sugestão bem fácil!
Quem é que não gosta de receber bombons e chocolatinhos? Toda a gente gosta, não é? E se esses bombons e respectiva embalagem forem feitos por nós, então o presente tem logo outro valor! Não, hoje, não vou dar-vos a receita dos bombons. Ainda é cedo! Vou ensinar-vos a reciclar pacotes de leite, por exemplo.
Reparem nas caixinhas aqui em baixo! Parecem de compra, mas não são! Eu explico, então. Mãos à obra.

Material - caixa de leite (ou de sumo, de vinho...), saco do pão de papel, tinta acrílica, tinta dourada, cola branca, fita dourada (ou cordão...).


Pegue num pacote de leite vazio e retire-lhe a parte de cima. Lave-o muito bem com água e sabão. Corte o pacote de modo a deixar uma aba para poder fechar a embalagem depois. Essa aba pode ser maior ou menor, depende do gosto de cada uma e do tamanho que pretende que tenha a caixinha de bombons. Vinque a caixa dos lados, para fechar bem a embalagem com a aba, quando estiver pronta.

Pegue no saco do pão e abra-o, descolando os lados. Amasse a folha de papel obtida, até ficar bem enrugadinha.

Cole a folha à caixa com cola branca, mantendo o enrugado. Não alise, se gostar até pode ajudar a formar mais preguinhas.

Deixe secar.

Escolha uma cor de tinta acrílica e pinte a caixa. Deixe secar bem. Com um pincel seco e um pouco duro, molhe na tinta dourada (prateada ou cobre) e pincele, fazendo correr o pincel, de alto a baixo, na caixa. Não ponha muita tinta no pincel. O dourado ficará mais acentuado nas preguinhas. Faça uns buracos na caixa e na tampa de modo a coincidirem, para fazer passar a fita (ou cordão...).

Cá está a caixinha pronta para encher de bombons!





A Mena na cozinha

Batido coração tropical

100 g de polpa de maracujá

1 benecol soja tropical

2 colheres de açúcar

¼ de papaia

leite de soja (duas vezes a medida do benecol)

gelo


Coloque todos os ingredientes no copo da máquina dos batidos e...

Delicie-se!