quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Conhecem a Lei 34/87, de 16 de Julho de 1987?

A Lei 34/87, de 16 de Julho, está em vigor há duas dúzias de anos.

Alguém conhece algum titular de cargo político que tenha sido acusado (já nem digo condenado) pela prática deste crime?

Artigo 14.º

Violação de normas de execução orçamental

O titular de cargo político a quem, por dever do seu cargo, incumba dar cumprimento a normas de execução orçamental e conscientemente as viole:

a) Contraindo encargos não permitidos por lei;

b) Autorizando pagamentos sem o visto do Tribunal de Contas legalmente exigido;

c) Autorizando ou promovendo operações de tesouraria ou alterações orçamentais proibidas por lei;

d) Utilizando dotações ou fundos secretos, com violação das regras da universalidade e especificação legalmente previstas;

será punido com prisão até um ano.

(já agora vejam o art.º 7º para as constantes ameaças de independência da Madeira)

Artigo 7.º

Traição à Pátria

O titular de cargo político que, com flagrante desvio ou abuso das suas funções ou com grave violação dos inerentes deveres, ainda que por meio não violento nem de ameaça de violência, tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro, ou submeter a soberania estrangeira, o todo ou uma parte do território português, ofender ou puser em perigo a independência do País será punido com prisão de dez a quinze anos.


Uma conspiração de irresponsáveis

A história registará a forma como tudo isto aconteceu, mas não compreenderá. Parece a obra de uma conspiração de irresponsáveis.

Ainda bem que Merkel e Sarkozy proclamam fazer tudo para salvar o euro e a União. Se fosse para destruir o euro e a União ninguém daria pela diferença.

Quando isto começou, há mais de ano e meio, só poderia ter havido uma mensagem da União: o euro é inexpugnável, ponto.

A bem do euro, qualquer dúvida sobre a solvência de um dos seus estados – no caso, a Grécia – teria de ser cortada pela raiz. Infelizmente, a Senhora Merkel tinha então umas eleições na província, e preferiu o provincianismo. Impediu qualquer resposta comum ao incêndio que começava a lavrar e ainda não resistiu a lançar gasolina para o fogo, com uns comentários infelizes sobre os países do Sul, lançando para a opinião pública alemã preconceitos que nunca mais ninguém conseguiu controlar.

O incêndio ganhou mais dois focos, Irlanda e Portugal. A Irlanda viu a sua economia contrair 15% e o desemprego subir sem parar (dizem que é um caso de sucesso!) e Portugal vai por um caminho desastroso (alguém que conheça o nosso país, ou mesmo alguém que olhe para onde ele fica no mapa, não pode imaginar que ele se torne “competitivo” sem investimento público para ultrapassar os seus bloqueios ao desenvolvimento — tudo o resto não passa de fé).

A cegueira, em Berlim mas não só, impediu que o incêndio fosse reconhecido como um incêndio. O que teria sido fácil e barato de resolver no início, e menos barato mas ainda realizável depois, tornou-se num desastre monstruoso capaz de nos engolir a todos quando a pressão se começou a sentir sobre a Espanha, a Itália, e até a França.

A história registará a forma como tudo isto aconteceu, mas não compreenderá. Parece a obra de uma conspiração de irresponsáveis.

Estamos agora na espera rocambolesca de uma cimeira que decorrerá hoje, no meio da habitual cacofonia e postergação. Mesmo que dela saia uma solução que “acalme os mercados”, temporariamente, nada nos deixa acreditar que quem não entendia a crise ontem a consiga entender amanhã.

Estando errados os pressupostos, dificilmente resultará qualquer das propostas que está em cima da mesa.

Comecemos pela mais evidente. O perdão parcial da dívida grega não pode ser contido à Grécia. Se alguém acredita nisso em Berlim, Paris ou até Lisboa é porque são mais ingénuos do que eu achava. No dia seguinte, qualquer português dirá “os gregos falsificaram as contas e têm um perdão das dívidas — então e nós que não as falsificámos?”. Essa reflexão quase impecável — se nos abstrairmos de Alberto João Jardim — rapidamente se tornará num clamor a que nenhum governo poderá resistir.

Segunda ideia. Recapitalizar os bancos pode evitar uma catástrofe no futuro imediato, mas não serve para evitar a catástrofe que já temos e continuaremos a ter. Como sempre, os bancos não passarão esse capital para a economia real, e a insolvência de pessoas, empresas e estados continuará a cavar um abismo por debaixo do sistema bancário.

Terceira ideia, aparentemente a favorita dos alemães: tornar o Fundo Especial de Estabilização Financeira num banco alavancado, numa seguradora ou num “veículo especial”. Pode ser resumida por estas palavras: vamos desintoxicar-nos comendo veneno.

Mesmo que venha desta cimeira uma ideia brilhante e salvadora, porém, não é perdoável o mal que esta gente já fez à União, e a países como o nosso.


Daqui: ruitavares

Vejam lá onde anda o nosso dinheirinho!

1 - Vencimento de Deputados .................................................12 milhões 349 mil Euros
2 - Ajudas de Custo de Deputados.............................................2 milhões 724 mil Euros
3 - Transportes de Deputados ...................................................3 milhões 869 mil Euros
4 - Deslocações e Estadas .........................................................2 milhões 363 mil Euros
5 - Assistência Técnica (??) .......................................................2 milhões 948 mil Euros
6 - Outros Trabalhos Especializados (??) ...................................3 milhões 593 mil Euros
7 - RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA...............................................961 mil Euros
8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares................................................970 mil Euros
9 - Equipamento de Informática ................................................2 milhões 110 mil Euros
10- Outros Investimentos (??) ....................................................2 milhões 420 mil Euros
11- Edifícios ...............................................................................2 milhões 686 mil Euros
12- Transfer's (??) Diversos (??)................................................13 milhões 506 mil Euros
13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. .................................16 milhões 977 mil Euros
14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ...........................73 milhões 798 mil Euros
NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é :€ 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) - Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 - 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010.

É VERGONHOSO!... O POVO É QUE TEM DE PAGAR!
AQUI ESTÁ PARA QUE TODOS SAIBAM ACERCA DOS QUE FALAM EM NOME DO POVO E DOS INTERESSES DO PAÍS:

O porquê de Portugal estar na falência!
Como se chama a isto em Português?

PORQUE ESTAMOS NA FALÊNCIA??????
420.000,00 €
TAP
administrador
Fernando Pinto

371.000,00 €
CGD
administrador
Faria de Oliveira

365.000,00 €
PT
administrador
Henrique Granadeiro

250.040,00 €
RTP
administrador
Guilherme Costa

249.448,00 €
Banco Portugal
administrador
Vítor Constâncio

247.938,00 €
ISP
administrador
Fernando Nogueira

245.552,00 €
CMVM
Presidente

Carlos Tavares

233.857,00 €
ERSE
administrador
Vítor Santos

224.000,00 €
ANA COM
administrador
Amado da Silva

200.200,00 €
CTT
Presidente

Mata da Costa

134.197,00 €
Parpublica
administrador
José Plácido Reis

133.000,00 €
ANA
administrador
Guilhermino Rodrigues

126.686,00 €
ADP
administrador
Pedro Serra

96.507,00 €
Metro Porto
administrador
António Oliveira Fonseca

89.299,00 €
LUSA
administrador
Afonso Camões

69.110,00 €
CP
administrador
Cardoso dos Reis

66.536,00 €
REFER
administrador
Luís Pardal: Refer

66.536,00 €
Metro Lisboa
administrador
Joaquim Reis

58.865,00 €
CARRIS
administrador
José Manuel Rodrigues

58.859,00 €
STCP
administrador
Fernanda Meneses

3.706.630,00 €

51.892.820,00 €

Valor do ordenado anual (12 meses + subs Natal + subs férias)

926.657,50 €

Média Prémios

52.819.477,50 €

900,00 €
Média de um funcionário público

58.688,31 - nº de funcionários públicos que dá para pagar com o mesmo dinheiro...


E DEPOIS AINDA QUEREM SABER SE A MALTA ESTÁ DISPOSTA A ABDICAR DO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E/OU NATAL PARA AJUDAR O PAÍS...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Síntese das características da poesia ortónima


Aspectos temáticos
  • Teoria do fingimento artístico;
  • intelectualização das emoções, do sentir;
  • obsessão pela auto-análise;
  • A dor de pensar;
  • distância entre sonho e realidade;
  • desconhecimento de si próprio;
  • desconhecimento de si próprio;
  • incapacidade de fruir a plenitude da vida;
  • inadaptação social, que culmina no tédio;
  • tédio perante a existência;
  • ansiedade metafísica - consciência dolorosa do mistério que enforma o mundo sensível;
  • saudade de um tempo perdido, que equivale ao tempo em que o poeta sonha ter sido feliz (a infância ou aquele momento em que se teria estabelecido a comunhão entre o Homem e Deus);
  • Consciência de que o mundo perceptível é uma cópia de outro mundo, a que o ser humano não tem acesso;
  • ocultismo como fonte de explicação da realidade;
  • recusa da ciência como forma de explicação da realidade das coisas;
  • fragmentação do eu;
  • tédio, angústia existencial, náusea, solidão interior, melancolia.

Aspectos formais
  • linguagem simples e sóbria, a nível lexical e sintáctico;
  • linguagem simbólica e esotérica;
  • linguagem de fácil entendimento, mas rica de sugestões (o inefável, as realidades imanentes, o êxtase);
  • nalguns poemas, léxico conotado com o ocultismo;
  • reminiscências da lírica tradicional popular - repetições, rima interna, cruzada e emparelhada, métrica curta (redondilha menor e maior), estrofes curtas (concisão da quadra ou quintilha);
  • suavidade rítmica e musical;
  • recorrência frequente à adjectivação;
  • comparações; metáforas; imagens;
  • uso de paradoxos, que traduzem a racionalidade excessiva;
  • associações ousadas de vocábulos;
  • recurso a imagens-símbolo;
  • aliterações, onomatopeias.

O medo da Democracia


Bastou o primeiro-ministro grego anunciar que consultará o povo, através de referendo, sobre as novas e gravosas medidas de austeridade e perda total da soberania orçamental impostas ao país pelos "mercados" e seus comissários políticos em Bruxelas e nos governos de Berlim e Paris para cair a máscara democrática desta gente.

Na pátria da Democracia, o Governo decide-se por um processo democrático básico e Sarkozy fica "consternado" e considera a decisão "irracional" enquanto alemães e FMI se mostram "irritados" e "furiosos" com ela. E Merkel e Sarkozy assinam um comunicado conjunto dizendo-se "determinados" a fazer com que a Grécia cumpra as suas imposições e lhes ceda o que ainda lhe resta de soberania; só lhes faltou acrescentar "queiram os gregos ou não queiram" e mobilizar a Wehrmacht e a "Force de Frappe"...

Até Paulo Portas, ministro de uma coligação eleita com base em compromissos eleitorais imediatamente rasgados mal tomou posse, está "apreensivo".

O medo que esta gente, que tanto fala em Democracia, tem da Democracia é assustador. Aparentemente, o projecto de suspensão da Democracia por 6 meses (ou por 48 anos) estará já em curso. Pinochet aplicou no Chile as receitas de Milton Friedman suspendendo sangrentamente a Democracia. Como é que "boys" de Chicago como Gaspar ou Santos Pereira, que chegaram a ministros sem nunca antes terem governado sequer uma mercearia, o fariam em Democracia?


Manuel António Pina


Li aqui!

Listen to my music

Satchita | Playing For Change from Playing For Change on Vimeo.

Vamos lá analisar a Europa "amiga"....

Este painel encontra-se numa rua da Alemanha "amiga" e, como vêem, nem precisa de qualquer comentário!

DESABAFO DE UM PROFESSOR CONTRATADO


Boa Noite!

Não estou certo de que este email venha a ser lido por alguém. E caso o seja, não faço a mínima ideia de quem o lerá. Ainda assim, vou escrever aquilo que sinto e penso acerca destes “zunzuns” que circulam na net, que se comentam nas escolas, mas que o MEC parece não querer esclarecer. Refiro-me, obviamente, ao (suposto) projecto de Reforma Curricular do Ensino Básico. Talvez ainda esteja em estudo e por isso o ministro nada diz, mas onde há fumo há fogo.

Como professor de Geografia contratado, desde 21 de Setembro de 1998, estou obviamente preocupado. E não pretendo ser hipócrita ao ponto de afirmar que a base da minha inquietação é em primeiro lugar os alunos e a sua formação. Em primeiro lugar está o meu trabalho, a minha vida, obviamente. Nos últimos 13 anos, tal como tantos outros professores, tenho feito sacrifícios para poder trabalhar, para poder somar tempo de serviço e para poder alcançar, ainda que cada vez mais pareça utopia, alguma estabilidade profissional e pessoal. Sim, porque antes de ser professor, sou uma pessoa e tenho uma família, tal como os deputados eleitos pelas Regiões Autónomas que têm o privilégio de poder ver a sua família semanalmente e com todos os custos das viagens suportados por nós. Mas isto não vem agora ao caso, apenas não resisti a sublinhar o privilégio de alguns privilegiados, passo a redundância.

Na faculdade, aprendi que uma das razões da relevância da Geografia é o seu papel de “charneira” em relação aos demais saberes. Transcrevendo do dicionário, charneira significa “pessoa ou coisa que une partes diferentes, que serve à união de dois grupos ou mundos diferentes; intermediário.” Se me permitem a ousadia, diria que é um saber Estruturante. Pois bem este paradigma, no “dizer” do Ministro da Educação está desactualizado, aliás o novo paradigma ministerial parece seguir no caminho totalmente oposto, uma diferença que eu apelidaria de “colossal”. Estruturantes são apenas, ou quase vá lá, o Português e a Matemática. Sinceramente não vou, não quero e nem sei equacionar a validade do axioma, mas fazendo a analogia com o corpo humano: só porque a cabeça e o coração são vitais (estruturantes?) podemos dar-nos ao luxo de amputar membros não vitais (ditos não estruturantes?), como as pernas ou os braços. Não creio. Não sendo vitais, e sem pretender de forma alguma ferir susceptibilidades alheias, o equilíbrio do todo estaria irremediavelmente comprometido. E aqui já não falo do “meu umbigo”, mas sim da formação dos meus alunos, dos nossos alunos. E usar aqui o pronome possessivo não é nem exagero, nem hipocrisia afectiva, é sentido mesmo. Até porque um professor, talvez passe mais tempo com os seus alunos do que com os seus filhos.

Lendo o artigo 7.º da Lei de Bases do Sistema Educativo, – objectivos do Ensino Básico - não consigo encontrar disciplina cuja essência seja mais consentânea com o perfil que um aluno deve ter no final do 3.º ciclo, do que a Geografia. Alguns excertos desse perfil : “espírito crítico”; “sentido moral”; “formação que inter-relacione o saber e o saber fazer”; “relacionar a cultura escolar e a cultura do quotidiano”; “Fomentar a consciência nacional”; Desenvolver o conhecimento e o apreço pelos valores característicos da identidade”; “experiências que favoreçam a sua maturidade cívica”; “visando a formação de cidadãos civicamente responsáveis e democraticamente intervenientes na vida comunitária”.

Quem conhece o programa do 3.º ciclo de Geografia, facilmente encontra e consegue perceber o contributo dos conteúdos programáticos na formação do perfil acima descrito. Ainda que possa carecer de ajustamentos, meter História e Geografia no mesmo saco, numa operação de corte e costura vai ser prejudicial para o saber de uma e de outra disciplina e o que vai acontecer, estou certo, é que o aluno vai chegar ao final do 9.º ano e pouco ou nada sabe de História e de Geografia. E como é do conhecimento geral, no secundário são poucos os estudantes que têm as duas disciplinas. Ou seja teremos muitos licenciados que pouco ou nada saberão sobre o seu passado, o seu presente e o seu futuro. Não conheço os currículos dos restantes países da Europa, ou o dos EUA e, por isso, não consigo estabelecer um paralelismo em relação à importância que a Geografia tem na formação dos respectivos alunos e aquilo que se pretende fazer em Portugal. Mas também não me parece relevante porque cada país deve preservar a sua própria matriz cultural e educacional. Não temos que seguir de forma cega modelos educativos estrangeiros e pensar que a solução dos problemas no ensino e a melhoria da aprendizagem dos nossos alunos passa por ter disciplinas de primeira e de segunda. Mas alguém, de boa fé, acredita que é por causa de 2 ou 3 tempos lectivos por semana de Geografia e História que os nossos alunos são maus a Matemática e a Português? Trata-se unicamente de economicismo, nada mais. É por terem menos tempo de Geografia e História que os nossos alunos vão melhorar nas disciplinas ditas estruturantes? Esses tempos serão ocupados com mais Matemática e Português, para além dos 45m já atribuídos no presente ano lectivo? Com turmas de 28, 29, 30 e mais alunos, mais tempos semanais permitirão que os professores prestem um ensino mais individualizado aos que têm mais dificuldades?Mas o Sr. Ministro quer enganar quem? Se está de facto preocupado com as dificuldades dos alunos nessas duas disciplinas, são precisos mais professores e não menos como tem acontecido nos últimos tempos. E sabe porquê Sr. Ministro? Para que os alunos com mais dificuldades possam trabalhar em pequenos grupos com os professores, de forma a superarem as dificuldades que mais 45 ou 90 minutos numa sala com 30 não resolvem! Mas o Sr. Ministro já viu algum pai colocar um filho em explicações particulares onde o explicador trabalhe com 30 ao mesmo tempo? Isso, nem nos EUA, país que conhece bem melhor que muitos cidadãos americanos que têm dificuldade em localizar o próprio país num mapa, sabe-se lá porquê!

Isto acabou por ser mais um desabafo do que uma reflexão fundamentada acerca do que aí vem. Mas, já estava farto de desabafar comigo próprio e assim talvez possa partilhá-lo com mais alguém.

Apelo à APROFGEO que ajude a mobilizar os professores. Por nós, pela Geografia, pelos alunos, pelo Ensino. Isto não vai lá só com abaixo-assinados.

Atenciosamente,

José Santana

(professor contratado, itinerante, com ordenado de cerca de 1100€, menos do que o subsídio de alojamento de Ministros e Deputados que têm casa em Lisboa, mas dão a morada da casa de férias).

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Qual é então a disciplina essencial ?

A Mena na cozinha

Almôndegas

400 g de carne picada
2 ovos
1 cebola
1 cenoura
1 pimento vermelho
3 dentes de alho
3 ou 4 colheres de polpa de tomate
azeite
2 colheres de sopa de pão ralado
farinha
sal
pimenta

Misture numa tigela a carne com os dentes de alho picadinhos, os ovos e as duas colheres de pão ralado. Tempere com sal e pimenta. Amasse bem. A massa estará boa para moldar quando não se pegar às mãos. Poderá ser necessário adicionar um pouco mais de pão ralado. Dê forma às almôndegas e passe-as por farinha. Reserve.

Corte a cenoura, o pimento e a cebola em bocados pequenos. Faça uma cama com estes ingredientes no fundo da panela da sua MasterChef.

Introduza as almôndegas e regue com a polpa de tomate e com 2 ou 3 colheres de azeite. Feche a panela, seleccione a função Chef, para 30 minutos, e carregue na tecla Início.

Sirva com arroz branco e salada.
Bom apetite!