terça-feira, 26 de março de 2013

Porquê?

Eu



Não sou de me lamentar, não sou dada a tristezas profundas, não gosto de falar de mim, detesto injustiça, detesto pessoas más, más-línguas... Sou toda paz e amor, sou de "puxar" as pessoas para cima, sou a que digo que os bons momentos só são inteiramente vividos e apreciados, quando passam por nós algumas nuvens mais sombrias...
Mas e, como diz o outro, há sempre um mas ou vários a ensombrar a nossa vida, ultimamente tudo parece concorrer para me deixar de pé atrás... 
Eu, olha eu a dizer uma coisa destas! Eu que apelo sempre ao lado bom das pessoas, eu que digo que até as más pessoas, lá no fundo e, por vezes, lá bem no fundo, tão no fundo que até custa a ver, têm algo de bom... Eu que digo que não há pessoas "burras", eu que digo que atrás de tempo, tempo vem... e que a justiça há-de ser feita e a verdade há-de ser sempre reposta... Eu que digo que aprendemos muito, muitas vezes até mais, com as coisas menos boas que nos acontecem do que com as boas... E que até as ervas daninhas têm a sua beleza! Eu que sou 99% optimista, eu que digo que não vale a pena chorar antes, durante e depois... Eu que nunca utilizo o blogue para este fim, aqui estou a desabafar neste espaço que é meu e não é...
Mas, sabem que mais, é aprender até morrer, quem vê caras, não vê corações... E alguns acontecimentos são bons para abrirmos os olhos e não julgarmos os outros por nós, assim não haverá lugar para desilusões, porque o que me entristece mesmo, é dar tudo de mim aos que me circundam e, depois, ser apunhalada pelas costas... Não quero agradecimentos, não sou assim para que me agradeçam, não faço as coisas, não ajudo,  no intuito de colher agradecimentos ou salamaleques, mas tão-só porque eu sou mesmo assim!... Só não ajudo se não puder, só não defendo o indefensável... E a única coisa que peço é que sejam justos comigo como o sou com toda a gente, sou completamente incapaz de cometer uma injustiça, por isso dói-me quando vejo as pessoas, pela frente, todas sorrisinhos, abracinhos, palavras bonitas para alcançar o que desejam e, no momento seguinte, estão logo a apunhalar-nos pelas costas... 
E, pronto, já passou e estou pronta para outros embates... E que os meus momentos menos bons sejam destes... Desiludo-me com as pessoas, mas fico muito mais forte e preparada... É só uma questão de não me dar tanto a quem não merece... Tenho pena é que pague o justo pelo pecador! "Temos pena! Azar!" Mas a vida é mesmo assim!

Amour - o filme de hoje





Jean-Louis Trintignant e Emmanuelle Riva, os protagonistas, fazem um trabalho assombroso como Georges e Anne, músicos aposentados que seguem desfrutando a cultura erudita enquanto soam verdadeiramente apaixonados, com uma intimidade adquirida ao longo de uma vida. Até que um dia, sem qualquer aviso, ela sofre um derrame - e começa a lenta descida até o inevitável fim, em que, aos poucos, tudo desaparece, o bom-gosto, a dignidade, a identidade. Só o amor não desvanesce - e Georges segue ao pé da cama, cuidando da esposa com devoção pragmática, aferreado a uma promessa.



Sofrimento e dor... Vi este filme e ficou a pergunta a bailar-me nos lábios: Valerá a pena viver assim, neste caso,vegetar? É um filme pesado, dá que pensar.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Os filmes do fim-de-semana






Este  filme é baseado no livro da historiadora Doris Kearns Goodwin e narra os quatro últimos meses de vida de Abraham Lincoln.
Abraham Lincoln (1809-1865) foi o 16.° presidente dos Estados Unidos, de Março de 1861 até à sua morte, tendo sido assassinado em Abril de 1865
O filme fala dos esforços do presidente, em Janeiro de 1865, para fazer passar na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos a 13.ª emenda à Constituição, que iria abolir formalmente a escravatura no país.
Durante o período retratado no filme, vivia-se nos Estados Unidos, a Guerra da Secessão (1861-1865), entre os estados do norte (União)  e os estados do sul (Confederados). Este conflito matou mais de 600 mil pessoas.
O filme ajuda-nos a perceber o funcionamento do congresso americano, as vertentes ideológicas, as disputas políticas entre republicanos e democratas, assim como os interesses ligados à manutenção da escravatura.







O roubo de um HD contendo informações valiosas sobre a identidade de diversos agentes, infiltrados em células terroristas espalhadas pelo planeta, faz com que James Bond (Daniel Craig) parta atrás do ladrão. A perseguição segue pelas ruas de uma cidade na Turquia e acaba em cima de um comboio. Precisando impedir que a peça seja levada, M (Judi Dench) ordena que a agente Eve (Naomi Harris) dispare, mesmo sabendo que o tiro pode atingir Bond. É o que acontece, fazendo com que o agente 007 caia de uma altura incrível. Considerado morto, Bond leva uma vida de "fantasma" até assistir, na TV, ao ataque terrorista sofrido pelo MI6 em Londres. Disposto a mais uma vez defender o seu país, ele regressa à capital inglesa e apresenta-se a M. Logo, descobrem que o responsável pelo roubo e pelo atentado é alguém que conhece muito bem o modo de funcionamento do MI6.

domingo, 24 de março de 2013

Cáceres...


Massa com um molho qualquer...


Não posso olhar para esta foto sem me partir a rir!


À varanda!


Da varanda...


Ainda da varanda...



Ainda da varanda..


À varanda...


No autocarro...


D o autocarro...



Santíssima Virgem da Montanha



Vistas...




Ao fundo, de um lado,  a neve...


Do outro...


E ainda a neve...




O sal e a dor


O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e que a bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim. - disse o jovem, sem pensar duas vezes.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e que o acompanhasse até ao lago.
Os dois caminharam em silêncio e, quando chegaram ao lago, o mestre mandou que o jovem atirasse o sal para o lago.
O jovem fez o que o mestre pediu.
A seguir, o velho disse:
- Bebe um pouco dessa água.
O jovem assim fez e, enquanto a água lhe escorria pelo queixo, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! -  respondeu o jovem sem pestanejar.
- Sentes o gosto do sal? - questionou o Mestre.
- Não. - negou o jovem.
O Mestre sentou-se, então,  ao lado do jovem, pegou nas suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
 Quando tu sentires dor, a única coisa que deves fazer é aumentar o sentido de tudo o que está à tua volta.
 É dar mais valor ao que tu tens em detrimento do que já perdeste. 
Ou seja: É deixares de ser copo, para te tornares num Lago.