RESUMO DE "OS LUSÍADAS"
CANTO I
Após o Concílio dos Deuses, a armada de Vasco da Gama chegou a Moçambique onde desembarcou no intuito de descansar e de se abastecer. As pessoas de cor negra acorreram à praia e ficaram intrigadas e curiosas em relação às gentes que chegavam, queriam saber de onde vinham e que religião professavam. Uns e outros, com a ajuda de um intérprete, conversaram: os portugueses disseram-lhes quem eram e contaram que iam em busca da Índia; os moçambicanos explicaram que seguiam a religião muçulmana e que aquela ilha se chamava Ilha de Moçambique. Vasco da Gama recebe a bordo o Régulo, isto é, o chefe da Ilha. O Mouro, quando soube que os Portugueses eram Cristãos não ficou muito satisfeito, mas disfarçou como pôde.
Foi então que Baco decidiu intervir, tomando a forma de um mouro amigo do chefe local e tido como sábio. Dirigiu-se então ao chefe mouro e disse-lhe que os portugueses eram ladrões e que vinham para matar e roubar os moçambicanos e tornar cativos as suas mulheres e filhos. Por isso, o melhor era destruir os portugueses, preparando-lhes uma emboscada. Quando Vasco da Gama desembarcou na ilha‚ foi atacado traiçoeiramente, mas com a ajuda dos marinheiros portugueses conseguiu vencer os mouros. O chefe dos mouros mostrou-se arrependido e enviou-lhes, como prova do seu arrependimento, um piloto falso, que os conduziria a Quíloa, onde seriam destruídos. Quando a armada se aproximava de Quíloa, Vénus, que descobrira a traição de Baco, desviou a frota lusitana da costa por meio de ventos contrários, anulando assim a traição. O piloto mouro disse, de imediato, a Vasco da Gama que em breve chegariam a uma cidade onde viviam pacificamente cristãos e mouros. O capitão português ficou contente com esta notícia. Assim, os portugueses continuaram a viagem para Norte, para Mombaça, cujo rei, mouro também, fora avisado por Baco, em sonhos, de que deveria destruir os portugueses.
Este canto termina com uma Reflexão sobre a insegurança da vida (Considerações do poeta):
· Paralelismo entre os perigos do mar e da terra;
· Questão da fragilidade (pequenez) do Homem.
Quem pergunta quer saber
- Professora, falar bem é falar como o meu avô?
Não. A língua é um organismo vivo que, num processo lento e natural, se desenvolve e se transforma, reflectindo a passagem do tempo. A competência linguística de um falante define-se de acordo com as circunstâncias e os usos impostos pelos contextos de cada época. Palavras e expressões que tiveram uso num determinado momento podem ser, nos dias de hoje, completamente desaconselhadas. Ao utilizar certos arcaísmos (palavras e expressões que caíram em desuso) o falante pode correr o risco de ser mal interpretado ou até de cair no ridículo. Só a brincar alguém se lembraria de fazer um convite para dançar, dizendo: Vossa Ex.ª concede-me a honra desta dança?
Também em relação à ortografia, há evolução. As normas que regulam o funcionamento correcto da língua escrita foram sofrendo, ao longo do tempo, sucessivas reformas. A língua é um sistema dinâmico em permanente renovação e não pode dissociar-se do percurso que realiza e da evolução histórica que a caracteriza.
Trabalhinho: Um presente para a S.
Bolo de Laranja
5 ovos
2 chávenas de chá de açúcar
2 chávenas de chá de farinha:
3 colheres de chá de fermento
Raspa e sumo de uma laranja
Sumo de 3 laranjas
1 - Tenho que indicar quem me deu selinho ( acima)
2 - Postar no blog
3 - Escrever 7 coisas sobre mim
4 - Passar para 5 blogues amigos
1. Tenho dois filhotes lindos;
2. Sou casada com um homem maravilhoso;
3. Sou professora e adoro a minha profissão;
4. Gosto de ler;
5. Adoro cozinhar, mas raramente sigo uma receita, gosto de inovar e de inventar;
6. Acredito em Deus;
7. Gosto de artes em geral.
Vou passar o desafio às meninas:
APO
Daniela
Sabrith
Brunette
Wilma
Este miminho foi-me dado pela Daniela. Aqui fica para quem o quiser levar