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sexta-feira, 8 de maio de 2020

Bolo da caneca II




Bolo na caneca


• 1 ovo  
• 1 c. sopa de açúcar mascavado  
• 3 c. sopa de óleo  
• 4 c. sopa de leite
• 3 c. sopa de açúcar
• 4 c. sopa rasas de farinha
• 4 c. sopa de chocolate em pó
• ½ colher de café de fermento em pó


Numa caneca grande, bata muito bem o ovo, o óleo, o açúcar e o leite, usando um garfo.
Numa taça à parte, misture a farinha, o fermento e o chocolate em pó e depois vá adicionando a mistura à caneca, mexendo sempre muito bem.
Leve ao microondas, na potência máxima, durante 3 minutos…
E já está! Deixe arrefecer... Bom apetite!

Receita adaptada

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Frei Luís de Sousa - texto dramático / espectáculo teatral

Frei Luís de Sousa - categorias do texto dramático


Texto dramático vs espectáculo teatral

Frei Luís de Sousa foi criado com a intenção de ser representado, logo trata-se de um texto dramático. O texto dramático, escrito pelo dramaturgo, destina-se a ser representado, tornando-se, desta forma, texto teatral ou peça de teatro. No entanto, é importante não confundir texto dramático com a sua transformação em teatro como espectáculo (representação).

Na passagem do texto para a representação estão envolvidos aspectos como a encenação, a entoação, a mímica e a expressão corporal, a caracterização das personagens, o cenário, etc.

Para levar a cabo a representação de um texto dramático é indispensável conjugar esforços de diversos profissionais, como o encenador, o cenógrafo, o aderecista, os técnicos de luz e som, o maquinista de cena, o contra-regra, os actores, entre outros. O encenador coordena as etapas da representação, dirige a peça e ocupa-se da selecção dos actores e dos técnicos. Cabe ao cenógrafo estudar o espaço e orientar a execução do cenário. Este profissional desenha as maquetas e plantas, de modo a conseguir retratar o ambiente onde se desenrola a acção dramática. O aderecista auxilia o cenógrafo, pois é ele quem escolhe os elementos que ornamentam o palco, bem como alguns recursos necessários à caracterização das personagens. O técnico de som instala os microfones e opera a mesa de mistura durante o espectáculo, é ele quem regula o som de acordo com as condições acústicas da sala, de modo a que o público possa ouvir o que os actores dizem. O técnico de luz tem a seu cargo o desenho das luzes de acordo com as características do espaço a iluminar e identifica o tipo e a quantidade de material necessário, é também responsável pela iluminação durante o espectáculo. Finalmente, quando todos os profissionais estão a postos e os espectadores sentados nos seus lugares dá-se início ao espectáculo.

Elementos do texto dramático

Acção

a) Estrutura externa:

- acto - cada uma das partes em que se divide uma peça;

- cena - divisão de um acto através da entrada ou saída de personagens.


A obra Frei luís de Sousa divide-se em três actos. O número de cenas varia em cada um dos três actos:

Acto I – 12 cenas

Acto II – 15 cenas

Acto III – 12 cenas

b) Estrutura interna:

- exposição - apresentação das personagens e da própria acção;

- conflito - desenvolvimento dos acontecimentos que compõem a acção (peripécias, momentos de expectativa, momentos de retardamento, climax);

- desenlace - conclusão da acção.

Personagens

- Principal ou protagonista - desempenha o papel de maior importância.

- Secundária - desempenha um papel de menor relevo em relação ao protagonista.

- Figurante - desempenha um papel meramente decorativo.

Espaço

- Representado - local onde se passa a acção.

- Da representação - espaço onde decorre a representação da peça.

Tempo

- Representado - tempo em que acção decorre.

- Da representação - aquele que é sempre presente, mesmo que o tempo do texto dramático seja passado

Tipos de discurso

- Texto principal - composto pelas falas das personagens que comunicam directamente, umas com as outras, contando elas próprias a história.

O discurso dramático pode surgir através:

  • do diálogo - quando as personagens falam entre si;
  • do monólogo - quando uma personagem fala consigo própria;
  • dos apartes - falas das personagens que se destinam a ser ouvidas apenas pelo público.

- Didascálias - indicações cénicas, informações do dramaturgo sobre gestos, entoação, movimentação e nome das personagens. Estas indicações constituem o texto secundário que surge integrado no texto principal.



A Mena na cozinha

Bolo da caneca (de chocolate e noz)

1 ovo
4 colheres de sopa de leite
3 colheres de sopa de óleo
2 colheres de sopa (rasas) de chocolate em pó
4 colheres de sopa (rasas) de açúcar
4 colheres de sopa (rasas) de farinha de trigo
1 colher de café (rasa) de fermento em pó

10 ou 12 nozes partidas

Coloque o ovo na caneca e bata bem com um garfo. Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e continue a bater.
Acrescente a farinha e o fermento e mexa bem. Envolva as nozes partidas.
Leve a cozer no microondas durante 3 minutos, na potência máxima.

Enfeite com uma metade de noz.

Delicie-se!




Trabalhinhos:

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O Romantismo




O Romantismo

O termo romantismo é de origem inglesa seiscentista (romantic) e deriva do substantivo francês romaunt, que designava os romances medievais de aventuras.

No final do século XVIII, Letourneur e Rousseau, filósofo da revolução francesa, adoptaram este termo, fazendo a distinção entre “romantique” (romântico) e romanesque” (romance). A palavra rapidamente se difundiu pelas restantes culturas europeias, originando a oposição entre romântico e clássico.

O Romantismo é um movimento literário e artístico que surgiu na cultura europeia nos finais do século XVIII, num contexto de grande insegurança e de necessidade de exaltação dos valores nacionais, devido às Invasões Francesas. A tentativa de hegemonia do poder napoleónico fez a Europa despertar para os valores nacionais e procurar a liberdade plena: política, religiosa, cultural e literária.

Em Inglaterra, este movimento literário difundiu-se através de nomes como William Blake, William Wordsworth, Lord Byron ou o escocês Walter Scott. Em França, o Romantismo impôs-se no final da década de 1820 com Victor Hugo, Chateaubriand e o importante contributo de Madame de Staël. Na Alemanha, a publicação da peça dramática Sturm und Drang de Klinger e a incontornável obra de Goethe lançaram as bases deste movimento estético-literário.

O ideário romântico teve expressão nas várias demonstrações artísticas, onde imperavam temas dramático-sentimentais: na poesia, no teatro, no romance histórico, na pintura (Delacroix, Goya e Constable), na escultura e na música (Shubert, Mendelssohn, Wagner e Chopin). Na arte romântica, a paisagem já não era um cenário, mas um meio de expressão.

O Romantismo manifestou-se também na sociedade civil, dando eco aos ideais revolucionários burgueses que advogavam uma maior intervenção do povo no plano político. Ao exaltarem os valores populares e a cultura de raízes nacionais, os românticos colocaram a burguesia num estatuto privilegiado.

O Romantismo em Portugal

Síntese dos principais acontecimentos

O contexto em que o Romantismo surgiu em Portugal foi marcado por uma sucessão de acontecimentos muito importantes, que explicam o facto de esta corrente estético-literária ter chegado ao nosso país com cerca de 30 anos de atraso.

Esses acontecimentos podem ser resumidos na seguinte linha cronológica:

· Em 1807, na sequência das Invasões Francesas, a família real portuguesa embarcou para o Brasil, deixando Portugal sob o domínio britânico.

· Devido ao descontentamento geral que se fazia sentir na metrópole, em 1820 ocorreu no Porto uma Revolta militar e civil, que tinha como objectivo expulsar os oficiais britânicos de Portugal e proclamar uma Constituição.

· No entanto, em 1821, D. Miguel, que liderava um movimento denominado Vila-Francada, restaurou o governo absolutista e aboliu a Constituição. Em consequência, muitos liberais, como Garrett ou Herculano, foram obrigados a emigrar.

Com a morte de D. João VI (em 1826), D. Miguel fez-se aclamar Rei segundo o antigo regime absolutista.

· Entretanto, D. Pedro, que se opunha a seu irmão D. Miguel e defendia a causa liberal, regressou do Brasil e organizou nos Açores uma expedição militar que desembarcou na praia do Mindelo, avançando sobre o Porto.

· Assim, em Maio de 1834, na convenção de Évora-Monte, os absolutistas renderam-se e D. Miguel partiu definitivamente para o exílio.

No entanto, em 1842, um golpe de estado encabeçado por Costa Cabral dissolveu o governo, anulou a Constituição e restaurou a Carta. Instituiu-se um regime ditador, o Cabralismo.

· A resposta não tardou e, em 1851, um golpe de estado liderado pelo Marechal Duque de Saldanha deu origem a um movimento que se insurgia contra a política cabralista: a Regeneração. Saldanha foi responsável por um percurso de progresso económico, sustentado pela doutrina económica de Fontes Pereira de Melo - o Fontismo - que apostava sobretudo na construção de caminhos-de-ferro.

Os românticos portugueses

Os primeiros românticos portugueses, Almeida Garrett e Alexandre Herculano, foram exilados políticos que conviveram de perto com as novas tendências europeias. Aliás, aquele que é considerado o poema introdutor do Romantismo em Portugal, o poema Camões de Almeida Garrett, reflecte essa situação de exílio, já que foi publicado em Paris, em 1825.

No entanto, só após o regresso dos exilados a Portugal se verifica verdadeiramente o exercício de uma corrente estética diferente. Por isso, alguns estudiosos consideram que o Romantismo só se instituiu em Portugal em 1836, com a publicação de A Voz do Profeta de Alexandre Herculano.

O Romantismo português atingiu a fase áurea entre 1840 e 1850, com a publicação de obras como Um Auto de Gil Vicente, O Alfageme de Santarém e Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett ou Eurico, o Presbítero de Alexandre Herculano.

A partir do Romantismo, assistiu-se a um considerável desenvolvimento cultural do povo português: a cultura estendeu-se a outras classes sociais, deixando de ser apanágio da aristocracia. Este novo público emergente apreciava uma linguagem mais simples, clara e acessível e revelava interesse pela paisagem, pelo pitoresco, pelo sentimentalismo.



Trabalhinho:


A Mena na cozinha


BOLO DE LEITE DE COCO NA CANECA

1 ovo
2 colheres (sopa) de leite de coco
2 colheres (sopa) de leite
3 colheres (sopa) de óleo
4 colheres (sopa) rasas de açúcar
5 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
1 colher (sopa) rasa de coco ralado
1 colher (café) de fermento

Cobertura
2 colheres (sopa) de açúcar em pó
3 colheres (chá) de leite de coco
Coco ralado

Deite o ovo inteiro na caneca e bata. Em seguida, junte o óleo, o açúcar, os leites e misture bem. Acrescente a farinha, o fermento e mexa até a massa ficar uniforme.

Leve ao microondas 3 minutos na potência máxima. Desenforme e salpique com coco ralado.

Se preferir, faça um creme com os ingredientes acima indicados. Deite por cima do bolo e enfeite a gosto, polvilhando com coco ralado e, por exemplo, com cerejas em calda ou raspas de coco fresco...

Depois de preparar a massa, barre outra caneca com manteiga e polvilhe com farinha e despeje a massa. Assim, o bolo não se pega e desenforma-se facilmente.

Delicie-se!


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Publicidade e bruxarias


A Publicidade



É quase impossível concebermos o mundo sem publicidade. Esta arte de seduzir e de convencer tornou-se imprescindível na sociedade de consumo em que vivemos.
A Publicidade ("qualidade do que é tornado público") é uma actividade profissional que se dedica a dar a conhecer ideias, produtos e serviços recorrendo a diversos meios de transmissão (televisão, jornais, cartazes ...). Servindo-se da argumentação para persuadir, a publicidade vai ao encontro dos desejos e emoções dos consumidores.

O texto publicitário apresenta uma estrutura tradicional que, geralmente, está presente em todos os anúncios:
  • Título -atractivo, com vocabulário de conotação positiva, que permite que o consumidor se reveja no anúncio.
  • Slogan - constituído por uma frase curta, original, sugestiva e de fácil memorização que agregado a um produto ou serviço se mantenha ao longo de várias campanhas publicitárias.
  • Texto de argumentação - um pequeno texto que apresenta de forma concisa o produto ou a ideia que se pretende transmitir; expõe as suas vantagens; apela ao consumo, utilizando a função apelativa e poética da linguagem; um discurso sedutor e persuasivo, rico em recursos estilísticos.
  • Logótipo da marca ou da instituição responsável pelo produto que se quer vender ou pela mensagem que se quer fazer passar.
  • Texto icónico - a imagem ou imagens alusivas à mensagem que se quer comunicar ao consumidor com o objectivo de captar a sua atenção.
A sigla (acrónimo) AIDMA sintetiza aquilo que os publicitários ambicionam despertar nos consumidores: captar a atenção do receptor; despertar o interesse pelo produto ou serviço publicitado; desencadear o desejo de o possuir; potenciar a retenção da mensagem na memória e mobilizar o público destinatário a comprar o produto - acção. Para concretizar estes objectivos, a linguagem publicitária apela aos instintos mais profundos do seu destinatário, como sejam:
- instinto de conservação (desejo de economizar, desejo de juventude, aspiração ao conforto, à saúde e à felicidade);
- instinto maternal e paternal (amor, ternura, carinho, etc.);
- instinto sexual (desejo de criar, construir, agradar, etc.);
- instinto de domínio (desejo de aquisição de bens ou êxito, necessidade de prestígio);
- instinto de diversão (necessidade de viajar, de evasão, de mudar, de sonhar e de distracção).

A publicidade faz uso de recursos textuais, icónicos e sonoros, estratégias argumentativas que visam seduzir e convencer o destinatário:
  • Frases exclamativas, interrogativas e imperativas.
  • Marcas da primeira pessoa do plural e da segunda do singular e plural (através de formas verbais, pronomes pessoais e possessivos).
  • Recursos expressivos, tais como:
- rima;
- aliterações;
- hipérboles;
- repetições e anáforas;
- antíteses e paradoxos;
- metáforas e comparações;
- adjectivação;
- jogos de sons;
- expressões idiomáticas e provérbios transformados;
- expressões populares.

Nem todos os anúncios publicitários têm um objectivo comercial, há anúncios que visam a divulgação, por exemplo, de uma ideia e não de promover a venda de produtos ou serviços. Trata-se de Publicidade não comercial.


Na escola, o Dia das Bruxas comemorou-se assim:







A Mena na cozinha

Bolo da caneca

1 ovo
4 colheres de sopa de leite
3 colheres de sopa de óleo
2 colheres de sopa (rasas) de chocolate em pó
4 colheres de sopa (rasas) de açúcar
4 colheres de sopa (rasas) de farinha de trigo
1 colher de café (rasa) de fermento em pó


Coloque o ovo na caneca e bata bem com um garfo. Acrescente o óleo, o açúcar, o leite, o chocolate e continue a bater.
Acrescente a farinha e o fermento e envolva bem.
Leve a cozer no microondas durante 3 minutos, na potência máxima.


A caneca deve ter capacidade para 3dl.
A medida de colher é sempre rasa.
Pode servir este bolo com coberturas, caldas, castanhas e sorvete. E pode comer quente.


Delicie-se!

Trabalhinho: