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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Etapas vencidas ou não!...

Mais um colega que termina uma etapa da sua vida. A reforma chegou e todos comemorámos. Antigamente, ficava entristecida e nostálgica quando algum colega se reformava! Hoje, dou comigo a comemorar!...

Como se pode ver, estamos todos felizes com a reforma do colega... houve até champanhe...
Os bons professores continuam a sair às catadupas, só não se reforma quem não pode.
Quase todos os dias há gente que sai e gente que entra. Mas a escola não fica melhor, antes pelo contrário! Não conheço uma grande parte dos professores da escola. Nos conselhos de turma, há sempre alguém desconhecido! Há turmas que este ano já tiveram vários professores a duas ou três disciplinas. Soube hoje que uma professora se foi embora e que os alunos vão ficar sem aulas nessa disciplina até ao final do ano. Dizia-me um aluno: "A professora não tinha mão nos alunos, arranjou outro trabalho e foi-se embora. Também quem é que quer ser professor hoje!"

A insegurança e a indisciplina crescem nas escolas e quem pode e sabe fazer outra coisa não está mesmo para aturar esta profissão...

Os alunos sabem cada vez menos, cada vez são mais desinteressados e mais mal-educados. A grande maioria quer ter positiva no final dos períodos e, principalmente, no fim do ano sem nada fazer.

Enfim, resta-nos esperar por melhores dias...

Entretanto, vai-se festejando a saída de muitos colegas...


A lírica camoniana

A mudança


Cá nesta Babilónia, donde mana
Matéria a quanto mal o mundo cria;
Cá donde o puro Amor não tem valia,
Que a Mãe, que manda mais, tudo profana;

Cá, onde o mal se afina e o bem se dana,
E pode mais que a honra a tirania;
Cá, onde a errada e cega Monarquia
Cuida que um nome vão a desengana;

Cá, neste labirinto, onde a nobreza,
Com esforço e saber pedindo vão
Às portas da cobiça e da vileza;

Cá neste escuro caos de confusão,
Cumprindo o curso estou da natureza.
Vê se me esquecerei de ti, Sião!
Luís de Camões

A Torre de Babel, que significa a "porta do céu" ou a "porta de Deus", é mencionada na Bíblia (Génesis, 11), como uma das construções mais ambiciosas do homem. Chegados ao Oriente, os Babilónios estabeleceram-se na planície de Sinar, onde resolveram construir uma cidade, a Babilónia, uma das sete maravilhas do mundo, com suptuosos palácios, jardins suspensos e com uma torre coroada por um templo, no seu topo, por forma a alcançar o céu. Todavia, a Torre de Babel era obra do orgulho humano, pois pretendia estar à altura de Deus e eventualmente contra ele. Por essa razão, Deus resolveu castigar a obra do orgulho humano, confundindo os seus construtores, na sua linguagem, de tal forma que não se compreendessem uns aos outros. Sem se entenderem, interromperam os seus trabalhos de construção e dispersaram-se por toda a terra, dando origem às diversas culturas e diferentes línguas que se falam no mundo. A partir de então, Babel passou a ser sinónimo de confusão e a simbolizar o castigo divino sobre a arrogância, orgulho e paganismo humanos.

Os versos que se seguem atribuem determinadas características à Babilónia:
"cá, neste labirinto, onde a nobreza, / com esforço e saber pedindo vão / às portas da cobiça e da vileza;" = Babilónia é um lugar habitado por uma nobreza vil e ávida de poder;
"cá, onde o mal se afina e o bem se dana," = local minado pelo mal;
"cá neste escuro caos de confusão," = lugar definido como labirinto e caos de confusão;
"cá donde o puro Amor não tem valia," = sítio dominado pelo amor sensual e pela profanação do amor puro.
"cá, onde a errada e cega Monarquia / cuida que um nome vão a desengana;" = lugar governado por uma Monarquia errada e cega.


Nos treze primeiros versos do poema Cá nesta Babilónia, donde mana, o sujeito poético caracteriza a Babilónia como uma cidade do mal, da confusão e da corrupção. Vamos interpretar, agora, o último verso deste soneto - "Vê se me esquecerei de ti, Sião!"- a partir da leitura do Salmo 136 Junto dos rios da Babilónia, que narra o canto do povo hebreu desterrado na Babilónia.


Junto aos rios da Babilónia,
nos sentámos a chorar,
lembrando-nos de Sião.
Nos salgueiros das suas margens,
pendurámos, então, as nossas harpas,
Os que nos levaram para ali cativos
pediam-nos um cântico.
e os nossos opressores, um hino de alegria:
"Cantai-nos um cântico de Sião."
Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor
numa terra estranha?

Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém,
que a minha mão direita se paralise!
Pegue-se a minha língua ao paladar,
se eu não me lembrar de ti,
se não fizer de Jerusalém
a minha suprema alegria!

Lembrai-vos, Senhor, do que fizeram os filhos de Edom,
no dia da queda de Jerusalém, quando gritavam:
"Arrasai-a, arrasai-a até aos seus alicerces!"
Cidade da Babilónia devastadora,
feliz daquele que te retribuir
com o mesmo mal que nos fizeste!
Feliz de quem agarrar nas tuas crianças,
e as esmagar contra as rochas!


No último verso do poema Cá nesta Babilónia, donde mana o sujeito poético recorda o bem passado, exclamando que não se esqueceu de Sião, a sua verdadeira pátria.

De acordo com o texto bíblico, Babilónia é o símbolo do exílio dos judeus e Sião a sua pátria. Desta forma, Babilónia representa o mal presente e o mundo material, por oposição a Sião, símbolo da vida espiritual e do bem passado.
Comparativamente, também o sujeito poético se encontra exilado num lugar de sofrimento, corrupção e vileza e recorda saudoso a sua pátria. O desconcerto do mundo é, então, expresso pela oposição entre um espaço do mal do tempo presente e a recordação de um espaço do bem do tempo passado.






A Mena na cozinha

Salada de feijão

feijão cozido
cenoura ralada
alface
pimentos vermelhos assados
queijo
pepinos de conserva (cornichons)
3 ovos cozidos
atum
azeite e vinagre (ou maionese)
sal

Esfarrape a alface e junte numa saladeira com a cenoura, os pepininhos às rodelinhas, os pimentos e o queijo aos quadradinhos.

Adicione o feijão cozido, o atum e os ovos picados. Tempere com sal e pimenta, azeite e vinagre. Envolva tudo.

Bom apetite!



Trabalhinho:

domingo, 9 de maio de 2010

Somos Benfica

Quando os alunos estão em aulas, a Biblioteca fica vazia, mas há sempre trabalho para fazer. Aqui, estamos a decorar as tampas das caixinhas para o Dia da Mãe, porque os meninos e meninas estavam ocupados com as pinturas e com a escrita de mensagens para colocar dentro das caixas e o tempo corria, corria... Tivemos de lhes dar uma mãozinha.


Houve tempo também para "sonhar".

De pincel em riste...


A lírica camoniana: a mudança

O desconcerto do mundo - o erro e a contradição

Os bons vi sempre passar
no mundo graves tormentos;
e, para mais m’ espantar,
os maus vi sempre nadar
em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
o bem tão mal ordenado,
fui mau; mas fui castigado.
Assim que só para mim
anda o mundo concertado.

Luís de Camões


A luta entre o bem/mal e a tentativa de agir correctamente sem, muitas vezes, ser recompensado sempre despertou o interesse de vários argumentistas, basta relembrar filmes como: “O Senhor dos Anéis” e os famosos filmes “Guerra das Estrelas”.

Nos versos que se seguem do poema "Os bons vi sempre passar": "Os bons vi sempre passar / (...) graves tormentos; / (...) os maus vi sempre nadar /em mar de contentamentos. " o desconcerto do mundo é apresentado através de um jogo contraditório à volta do qual se estrutura o poema. O sujeito poético constata (“vi sempre”) que tudo no mundo funciona ao contrário: enquanto os bons são castigados, os maus são premiados.

A constatação do desconcerto do mundo vai despoletar um efeito perverso no comportamento do próprio sujeito poético que acaba por se assumir como “mau”. Eis os versos que revelam o motivo pelo qual o sujeito decidiu ter este comportamento: "Cuidando alcançar assim /o bem tão mal ordenado,".
O sujeito poético decide assumir-se como "mau" na perspectiva de ser recompensado, já que "o bem" andava "tão mal ordenado". No entanto, acaba por ser castigado: "Assim que só para mim / anda o mundo concertado."



A Mena na cozinha

Frango com molho de tomate

frango desfiado (sobras de frango cozido ou assado)
1 cebola
1 dente de alho
4 tomates maduros
vinho branco
azeite
sal
pimenta

Pique a cebola e o alho e refogue tudo em azeite. Junte os tomates cortados aos pedaços e deixe cozinhar. Adicione o vinho branco e tempere com sal e pimenta. Deixe apurar.

Reduza tudo a puré.

Misture a carne de frango desfiada e envolva.

Sirva com lacinhos.
Bom apetite!


Trabalhinho:


terça-feira, 4 de maio de 2010

Perfeito coração




Exposição sobre a grande fadista Amália Rodrigues, intitulada "Perfeito Coração".





Grandes artistas



A lírica camoniana

A mudança

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Podes encontrar outra análise deste soneto aqui!

Este soneto tem como tema um motivo tipicamente renascentista, de raiz greco-latina, a mudança. Repara nos vocábulos que remetem para a ideia de mudança: formas verbais (se muda, mudam-se, muda-se, mudar-se, converte); nomes (novidades, mudança); adjectivos (diferentes, novas).

A ideia de mudança contínua e irreversível é sugerida através de mecanismos, como:
- a repetição do verbo "mudar" e de palavras suas cognatas (aquelas que apresentam o mesmo radical);
- a estrutura paralelística ("Mudam-se..., mudam-se..., /muda-se..., muda-se...,);
- o vocabulário relacionado com a mudança.


A UNIVERSALIDADE
A mudança é apresentada como uma característica universal e, para provar esta universalidade, o sujeito poético refere os vários domínios por ela afectados:

no Mundo
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança;
todo o mundo é composto de mudança,
tomando sempre novas qualidades.

no Homem
Continuamente vemos novidades,
diferentes em tudo da esperança;
do mal ficam as mágoas na lembrança,
e do bem (se algum houve), as saudades.

na Natureza
O tempo cobre o chão de verde manto,
que já coberto foi de neve fria,

no sujeito poético
e, em mim, converte em choro o doce canto.

Nas duas quadras e no primeiro terceto há uma referência à mudança no Mundo, no Homem, na Natureza e no próprio sujeito poético.


O PESSIMISMO
Podemos considerar que o sujeito poético perspectiva quase toda a mudança no sentido: bem -> mal.

Para o sujeito lírico as mudanças no Mundo, no Homem e no "eu" lírico encaminham-se para um estado mais negativo, pois nelas o mal permanece e intensifica-se, prolongando-se no espaço e no tempo, ao passo que o bem desaparece.
Ao contrário destas, a mudança que se opera na Natureza é a única que se encaminha para um estado positivo.

A mudança
A mudança processa-se de modo diferente na Natureza e no Homem e mais concretamente no sujeito poético, estando intimamente relacionada com o conceito de tempo. Assim, podemos distinguir o Tempo natural do Tempo humano. O tempo natural, cujos mecanismos de mudança operam ciclicamente, ao mal sucede o bem, ao Inverno sucede sempre a Primavera, contribui para uma certa estabilidade e permanência. Em contrapartida, o tempo humano, linear e irreversível, caracteriza-se pela instabilidade, pelo absurdo e pelo caos e caminha apenas num sentido, para pior.

No último terceto, apresenta-se uma outra mudança que vai constituir a chave de ouro do soneto: a inesperada mudança da própria mudança.
A conjunção copulativa "e" e a preposição "afora" (além de) acrescentam mais uma mudança, que consiste na mudança da própria mudança. Esta última vem acentuar o tom pessimista de todo o soneto, intensificando o desânimo e angústia do sujeito poético que se sente manipulado pelo Destino e pela Fatalidade.


Tudo é foi

Fecho os olhos por instantes.
Abro os olhos novamente.
Neste abrir e fechar de olhos
já todo o mundo é diferente.

Já outro ar me rodeia;
outros lábios o respiram;
outros aléns se tingiram
de outro Sol que os incendeia.

Outras árvores se floriram;
outro vento as despenteia;
outras ondas invadiram
outros recantos de areia.

Momento, tempo esgotado,
fluidez sem transparência.
Presença, espectro da ausência,
cadáver desenterrado.

Combustão perene e fria.
Corpo que a arder arrefece.
Incandescência sombria.
Tudo é foi. Nada acontece.

António Gedeão

Após a leitura do poema de António Gedeão, verificamos semelhanças entre este poema e o soneto camoniano anteriormente analisado.

O último verso do poema de António Gedeão, "Tudo é foi. Nada acontece.", sugere o pessimismo que o sujeito poético sente em relação à mudança.
Também para o sujeito poético de "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades" existe uma atitude pessimista em relação à mudança, pois também esta "não se muda já como soía".


A Mena na cozinha

Solha no forno

8 postas de solha
1 cebola
4 tomates
1 pimento verde
1 pimento
laranja
2 dentes de alho
azeite
sal
pimenta
azeite

Tempere a solha com sal, alho picado, pimenta e sumo de limão. Deixe a marinar durante 1 hora. Faça uma cama com a cebola cortada às rodelas, três tomates aos pedaços e os pimentos às tiras.

Disponha as postas de solha sobre a caminha.

Regue tudo com o molho da marinada e com um pouco de azeite. Corte o tomate reservado às meias-luas e coloque sobre o peixe e leve ao forno.

Sirva com batatinhas bravas!
Bom apetite!



Trabalhinho:


segunda-feira, 3 de maio de 2010

Dia da mãe


O Dia da mãe chegou a correr e não houve mãos a medir. Os alunos queriam um presente para oferecerem à mãe. Houve mensagens, caixinhas e florzinhas com bombons...

Aqui fica uma pequena amostra daquilo que foi feito com os alunos.


Todos ficaram felizes com os trabalhinhos realizados e foi vê-los a sair da Biblioteca com um sorriso do tamanho do mundo. Quando saía um, logo apareciam dois ou três... Eles iam passando a palavra, e, por eles, ainda agora lá estaria a fazer flores, caixinhas, sabonetes, alfinetes...


A lírica camoniana

A separação da mulher amada

Quando de minhas mágoas a comprida
Maginação os olhos me adormece,
Em sonhos aquela alma me aparece
Que pera mim foi sonho nesta vida.

Lá núa soidade, onde estendida
A vista pelo campo desfalece,
Corro para ela; e ela então parece
Que mais de mim se alonga, compelida.

Brado: "Não me fujais, sombra benina!"
Ela, os olhos em mim cum brando pejo,
Como quem diz que já não pode ser,

Torna a fugir-me: e eu, gritando: "Dina..."
Antes que diga mene, acordo e vejo
Que nem um breve engano e posso ter.
    Luís de Camões


O estado de alma de devaneio do sujeito poético é despoletado pela “comprida maginação”.

Nos dois primeiros versos encontramos duas figuras de estilo relacionadas com a construção

sintáctica – a anástrofe e o hipérbato que contribuem para sublinhar esse estado psíquico.


Anástrofe
Inversão da ordem natural das palavras, consistindo na antecipação do complemento
determinativo antes do nome ou do complemento directo antes do verbo.

Hipérbato
Figura de sintaxe que inverte bruscamente a ordem habitual das palavras ou das
orações.



Repara nos versos que se seguem:
Quando de minhas mágoas a comprida
Maginação os olhos me adormece,

A ordem directa das palavras seria:
Quando a comprida imaginação me adormece os olhos de minhas mágoas


Depois de correctamente ordenados os elementos que constituem os versos, o hipérbato verifica-se pela deslocação brusca de "de minhas mágoas" que surge entre a conjunção "quando"
e o sujeito ("A comprida imaginação"). Por sua vez a anástrofe ocorre na antecipação do complemento directo ("os olhos") em relação ao verbo. Esta inversão, para além do intuito de destacar "os olhos", vem igualmente realçar a importância da visão como sentido privilegiado ao longo da segunda parte do poema.

“em sonhos aquela alma me aparece/ que para mim foi sonho nesta vida.”
A palavra sonho tem dois significados distintos de acordo com as duas ocorrências nestes versos:

"em sonhos aquela alma me aparece" - aquilo que é produto da imaginação; fantasia; devaneio.
"que para mim foi sonho nesta vida." - desejo veemente; aspiração.


Catáfora
Os vocábulos sublinhados das expressões - aquela alma e corro para ela – do poema “Quando de minhas mágoas a comprida” referem-se a uma entidade que apenas vai ser enunciada posteriormente, “Dinamene”. Então, só no final do poema é que ficamos a saber verdadeiramente a que se refere.

aquela alma - ela - Dina... mene

Ao uso de uma palavra (geralmente um pronome ou um advérbio) que se refere a algo enunciado a seguir, dá-se o nome de catáfora. No exemplo em causa, em 1º lugar, é usado um determinante demonstrativo designativo de distanciamento juntamente com um nome abstracto, depois um pronome pessoal em 3ª pessoa e, finalmente, o nome próprio.


O sujeito poético, separado irremediavelmente da mulher amada, tenta aproximar-se desta corporizando-a através do sonho. Assim, se num primeiro momento, encontramos apenas a referência "aquela alma" que sugere distanciação e abstracção. A partir da segunda quadra, a sua amada vai tomando forma. Esta corporização é sugerida por uma série de repetições do pronome pessoal feminino "ela" que irá culminar com a quase pronunciação do seu nome próprio - Dina... Assim, o sonho é uma espécie de tentativa de aliviar o profundo sofrimento e angústia provocados pela ausência da mulher amada. No entanto, apesar de, os identificadores da mulher amada se irem tornando progressivamente mais concretos, a tentativa de aproximação e corporização da mulher amada é impedida de concretizar-se, pois o sonho é interrompido de forma brusca e violenta e antes que o sujeito poético possa pronunciar completamente o seu nome - Dinamene - a sombra esvai-se perante a angústia e a desilusão do sujeito poético. Deste modo, o que acaba por se corporizar é o presságio anunciado pelo próprio sujeito poético, quando se dirige à amada como "sombra benina".




A Mena na cozinha

Aletria tropical

150 g de aletria

5 dl de leite de coco

200 g de açúcar

50 g de manteiga

4 gemas

casca de limão

canela em pó

pau de canela


Coza a aletria em água temperada com sal, durante 5 minutos e escorra-a.
Leve o leite de coco ao lume com a casca de limão e o pau de canela.


Bata as gemas com um pouco do leite. Junte o leite restante aos poucos à aletria, mantendo o lume brando e mexendo sempre. Acrescente a manteiga e o açúcar. Retire do lume e misture as gemas, mexendo bem. Leve de novo ao lume apenas para que as gemas cozam ligeiramente.

Sirva a aletria polvilhada com canela.

Delicie-se!



Vale a pena ver e ouvir...

Paulo Guinote no Plano Inclinado

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