RESUMO DE "OS LUSÍADAS"
CANTO II
O rei de Mombaça convidou a armada portuguesa a entrar no porto com o propósito de a destruir, mas Vasco da Gama, por medida de segurança, enviou dois condenados a terra (estes, depois de uma missão perigosa, poderiam ser libertados), para se certificarem de que Mombaça era, de facto, terra de cristãos. Os dois portugueses, chegados à cidade, depararam com uma igreja e com um sacerdote cristão dizendo missa. Era Baco disfarçado. No dia seguinte, os portugueses regressaram à armada, deram informações falsas a Vasco da Gama, convencidos de que estavam entre gente cristã. Assim, Vasco da Gama resolveu entrar com a armada no porto de Mombaça. Vénus, atenta, apercebeu-se do perigo e, com a ajuda das Nereides (divindades marinhas), impediu os barcos de entrar no porto. Vasco da Gama estranhou. O vento empurrava os barcos em direcção à cilada, mas eles não avançavam. Só percebeu tudo, quando viu o piloto mouro atirar-se ao mar, julgando ter sido descoberto. Vasco da Gama agradeceu à Divina Guarda (Deus) o milagre concedido e pediu-lhe que o ajudasse a encontrar um porto seguro.
Vénus, ao ouvir as palavras de Vasco da Gama, ficou sensibilizada, foi ter com o seu pai, Júpiter, e queixou-se-lhe pela falta de protecção dispensada pelos deuses aos Portugueses. Júpiter ficou comovido, mandou, então, Mercúrio a terra para preparar uma recepção em Melinde aos Portugueses e aparecer em sonhos a Vasco da Gama, indicando-lhe a rota a seguir. A armada continuou a viagem e chegou a Melinde, onde foi magnificamente recebida. Vasco da Gama enviou um embaixador a terra e o rei acolheu-o favoravelmente.
Após várias manifestações de contentamento em terra e na armada, o rei de Melinde visitou a armada portuguesa. Conversaram sobre muitas coisas, mas o Rei de Melinde estava particularmente interessado em que Vasco da Gama lhe dissesse de onde era e lhe contasse os grandes feitos da História de Portugal e também como tinha sido a sua viagem de Lisboa até ali.
Quem pergunta quer saber
- Professora, há uma única língua portuguesa correcta?
Não. Em cada comunidade em que se fala português, as várias situações de uso e comunicação conduzem a realizações linguísticas diferentes, todas correctas, se forem utilizadas de acordo com o quadro cultural e social em que ocorrem. Ninguém fala da mesma maneira quando está em família ou quando faz uma conferência dirigindo-se a um público especializado. Nas duas situações, o registo de língua que se emprega prova que o modo pessoal de falar se adequa ao quadro comunicacional e às situações sociais e culturais em que ele se inscreve. É impossível, no entanto, perder de vista aquilo que se convencionou designar por norma, o fenómeno linguístico-social da língua-padrão. No quadro geral dos estudos sobre a línga, existe, em simultâneo com a descrição dos usos e variedades linguísticas, uma atitude normativa de descrição da língua que preconiza o respeito pelas regras do seu funcionamento. Se quisermos escrever e falar com correcção, precisamos de interiorizar essas regras estabelecidas pela gramática.
Salmão de escabeche
4 postas de salmão
3 cebolas cortadas em meias-luas
1 folha de louro
1 cálice de vinagre de sidra
1 dl de azeite
sal
alho em pó
limão
pimenta
farinha de milho
1 limão
12 batatinhas pequenas
Bom apetite!
Trabalhinho: um presente para a S.
Recebi este selinho, Blogue Criativo, da Sabrith .
Obrigada por me premiares!
Regras:
1- Oferecer a 10 blogues que têm um compromisso com o afecto e que são criativos.
2- Exibir a imagem do selo, do prémio, no blogue.
3- Linkar o blogue de quem recebeu a indicação.
4- Deixar comentário nos blogues seleccionados, permitindo assim que eles saibam que foram presenteados e quem os presenteou.
Aqui fica para as 10 primeiras pessoas que comentarem neste post.
Por favor... meninas, quando pegarem o selinho e/ou desafio, deixem um comentário para eu saber que passaram por aqui.
"Este selo foi criado para presentear aqueles blogueiros que não dão calotes nas comunidades do orkut e fazem comentários legais e valorosos ao invés dos “legal seu blogue”, “muito legal o texto”, “passa lá no meu”... Enfim, aqueles comentários só para encher morcela ao invés de ser construtivo."
Aqui fica para quem o quiser levar. Deixa um comentário para eu saber que passaste por aqui.
Obrigada, Sabrith, por te lembrares sempre de mim.