Bem-Vindos a este espaço! Aqui encontrarão retalhos da vida de uma mulher... Retalhos, porque a minha vida é isso mesmo... é composta por mil pedacinhos que se vão tecendo e juntando para construir uma teia, umas vezes mais colorida... outras mais sombria... Mas no fim, tudo se conjuga harmoniosamente...
A Biblioteca trouxe à escola a actriz, que agora é também escritora, Isabel-Victoria da Motta, para contar a história da fuinha Luca, a personagem principal do seu conto "A tua cara não me é estranha".
A história foi contada aos meninos e meninas do 1.º ciclo que vieram acompanhados dos pais. Foi pedido a cada criança que trouxesse uma almofada para se sentar. Todos cooperaram e aquele final de tarde não poderia ter corrido melhor. Miúdos e graúdos estiveram suspensos nas palavras e gestos da actriz e escritora.
Isabel-Victoria é de facto uma boa contadora de histórias!
A sua profissão muito contribuiu para a sua postura "em palco", cativou todos com a sua teatralização.
Levou até o público-alvo (a criançada) a actuar e a participar na história.
E vimos muitos/muitas Lucas "em palco" a exteriorizar os seus sentimentos.
Depois da história, os alunos de CEF serviram um pequeno lanchinho.
Relatório
Dá-se o nome de relatório à exposição e descrição circunstanciada e objectiva daquilo que se viu, ouviu, estudou, observou e analisou. Deste modo, um relatório é um texto escrito onde se descrevem, ordenada e minuciosamente, factos passados de uma determinada situação. Este tipo de texto tem como objectivo orientar o destinatário para determinada acção e dar-lhe a conhecer uma apreciação crítica devidamente fundamentada.
Estrutura:
1. Página de rosto (ou cabeçalho, caso a extensão do relatório seja reduzida):
- nome do autor(es) do relatório;
- nome do(s) destinatário(s);
- título;
- data e local;
- índice geral (caso a extensão do relatório seja grande).
2. Corpo do relatório
2.1. Introdução:
- finalidade da acção apresentada no relatório;
- data (e hora);
- local;
- nome do(s) participante(s) envolvidos em determinada acção.
2.2. Desenvolvimento:
- descrição de anotações e observações e do desenrolar da acção.
2.3. Conclusão:
- relação entre a(s) finalidade(s) do relatório e as conclusões obtidas;
- avaliação das questões suscitadas e das críticas e sugestões obtidas.
Linguagem:
Deve optar-se por:
* um discurso rigoroso e objectivo;
* parágrafos curtos devidamente articulados com os conectores do discurso adequados que confiram coesão e coerência ao texto.
Deve evitar-se:
* a repetição do verbo “ver” usando verbos variados (observei, constatei, analisei, observei, confirmei, notei, precisei).
Pique a cebola e os alhos e aloure-os em azeite. Junte o peru cortado em pequenos cubos ou em tirinhas finas e pequenas e a folha de louro. Polvilhe com um pouco de farinha e acrescente a polpa de tomate. Tempere com sal e pimenta. Deixe apurar um pouco.
Adicione o vinho e o caldo de carne e deixe cozinhar cerca de 15 minutos.
Junte os cogumelos e as natas, mexendo para envolver bem todos os ingredientes, e deixe ferver até obter um creme homogéneo.
Se o molho ficar pouco espesso, pode polvilhar com um pouco de farinha para encorpar um pouco.
O desafio lançado à Direcção de Turma da S. foi: "Vamos fazer um marcador!" A primeira reacção dos alunos foi de algum descontentamento, não me pareceram muito virados para a leitura... Mas, depois de uma breve explicação, até os mais renitentes aderiram. Alguns empenharam-se e capricharam mais, outros nem por isso... Aqui fica a prova!
Ah, como podem ver, os apaixonados fizeram marcadores, para oferecer ao "objecto" da sua paixão, com mensagens e promessas de amor eterno.
Alguns marcadores ficaram bem bonitos!
No fim, os alunos, já mais entusiasmados, perguntaram se podiam voltar para outra actividade.
Meninos, a Biblioteca está sempre aberta! É só aparecerem!
Análise de "A Luavezinha"
Semântica lexical - Neologismos
A língua é um organismo vivo e está em constantes mutações, por isso necessita de criar novas formas expressivas, novas palavras ou expressões, para designar novas realidades ou conceitos. A estas palavras de criação recente damos o nome de neologismos. Os neologismos inscrevem-se nos processos de renovação e alargamento do léxico, permitidos pelo sistema morfológico da língua. Podem ser neologismos de forma, palavras novas, como radar, palavra importada do inglês, ou neologismos de sentido, palavras que já existiam na língua, mas que adquiriram um novo sentido, como sítio que, para além de ponto determinado de uma zona ou lugar, designa actualmente página da internet. Aos poucos, estas palavras, inicialmente sentidas como novas, acabam por se incorporar na língua até se perder a consciência da sua novidade. É na literatura que os neologismos encontram um espaço privilegiado. Mia Couto é um dos escritores que utiliza de forma abundante esta criação vocabular nos seus textos que ele apelida de brincriações.
Repara nos neologismos criados por Mia Couto, as suas "brincriações": enluarada (derivação parassintética), rebrilhos (palavra derivada por prefixação), luarar-se, estrelinhada, imensidava, luarejar (palavras derivadas por sufixação), insistonto, luavezinha (palavras compostas por aglutinação).
Para construir as suas “brincriações” e formar novas palavras, Mia Couto serve-se dos processos de composição (palavras que têm mais de um radical ou palavra) e de derivação (palavras que se formam a partir de outra à qual se junta um ou mais prefixos ou sufixos). No conto “A Luavezinha”. Mia Couto utiliza de forma predominante a composição por aglutinação e a derivação por sufixação como processos de criação vocabular.
Muitos dos prefixos e sufixos que usamos para construir novas palavras são de origem grega, vejamos o seu significado:
Prefixos
Anti- = Oposição
Auto- = Próprio
Foto- = Luz
Hiper- = Exagero, superioridade
Hipo- = Diminuição, inferioridade
Tele- = À distância
Sufixos
- algia = Dor
- cromo = Cor
- derme = Pele
- logo = Palavra, discurso
- fone = Som
- ismo = Sistema
A Mena na cozinha
Strogonoff de peru com legumes salteados
0,5 kg de peru
1 colher de sopa de farinha
1 dl de azeite
1 cebola
2 dentes de alho
1 colher de polpa de tomate
1 caldo de carne
1 lata de cogumelos laminados
2 dl de natas
1 dl de vinho branco
sal
pimenta
1 folha de louro
Pique a cebola e os alhos e aloure-os em azeite. Junte o peru cortado em pequenos cubos ou em tirinhas finas e pequenas e a folha de louro. Polvilhe com um pouco de farinha e acrescente a polpa de tomate. Tempere com sal e pimenta. Deixe apurar um pouco. Adicione o vinho e o caldo de carne e deixe cozinhar cerca de 15 minutos. Junte os cogumelos e as natas, mexendo para envolver bem todos os ingredientes, e deixe ferver até obter um creme homogéneo. Se o molho ficar pouco espesso, pode polvilhar com um pouco de farinha para encorpar um pouco.
Sirva com legumes salteados.
Bom apetite!
Trabalhinho:
Um porta-chaves para a Ana e uma agenda para a Maria João