Bem-Vindos a este espaço! Aqui encontrarão retalhos da vida de uma mulher... Retalhos, porque a minha vida é isso mesmo... é composta por mil pedacinhos que se vão tecendo e juntando para construir uma teia, umas vezes mais colorida... outras mais sombria... Mas no fim, tudo se conjuga harmoniosamente...
Otexto narrativoconta acontecimentos ou experiências conhecidas ou imaginadas. Contar uma história, construir uma narrativa, implica uma acção, desenvolvida num determinado espaçoe num determinado tempo, praticada por personagens, que nos é transmitida por um narrador.
Normalmente, o texto narrativo é constituído por narração (a acção evolui), descrição (das personagens e do espaço), diálogo (as personagens falam entre si) e monólogo(uma personagem fala consigo mesma).
Narração
Confere dinamismo à acção ao apresentar factos e acontecimentos.
Permite o avanço da acção através de funções cardinais ou núcleos, que podem ser apresentados de forma cronológica ou não, e de forma alternada, encadeada ou encaixada (Elementos da Narrativa - a Acção).
Recorre frequentemente a verbos de movimento no presente e no pretérito perfeito.
Embora seja uma forma de expressão literária essencial numa narrativa, requer a existência de outras formas de expressão que a complementem.
Descrição
Apresenta algo ou alguém de forma relativamente pormenorizada.
Introduz pausas na narração, segmentos descritivos, que podem ser compostas desde simples expressões a parágrafos mais ou menos extensos.
Os segmentos descritivos podem incluir catálises, ou seja, acontecimentos que, embora não façam avançar a história, fornecem informações importantes para a composição do retrato de algo ou de alguém.
Há dois tipos de descrição:
Descrição Técnica
Apresentação objectiva, precisa e fiel de algo ou de alguém.
O seu principal objectivo é informar de forma ordenada e imparcial
Descrição Literária
Apresentação subjectiva de algo ou de alguém.
Tem como principal objectivo imprimir uma imagem, ou visão, de acordo com um ângulo mais ou menos parcial.
Não é necessariamente imprecisa ou infiel à realidade, mas é frequentemente parcial, num grau mais ou menos elevado.
A descrição pode assumir a forma de uma exposição, quando apresenta algo ou alguém em grande pormenor e, geralmente, num único segmento descritivo.
Elemento essencial da narrativa na medida em que, apesar de interromper a acção, permite a construção do contexto espácio-temporal e a caracterização das personagens.
Recorre frequentemente a adjectivos e a verbos no pretérito imperfeito, assim como a uma grande variedade de recursos estilísticos, com destaque para a comparação, a metáfora, a enumeração e a adjectivação, entre outros.
Diálogo
Reproduz a fala de dois ou mais interlocutores.
Permite um rápido avanço da acção.
Recorre ao discurso directo e, por vezes, a marcas de oralidade (sintaxe expressiva, transgredindo algumas normas gramaticais; registos populares presentes no vocabulário…).
Monólogo
Reproduz a fala de um interlocutor, que fala consigo próprio.
O monólogo ocorre quando o interlocutor está na companhia de outras pessoas, que o podem estar a ouvir ou não.
Quando o interlocutor está completamente sozinho, utiliza-se o termo solilóquio.
Recorre à primeira pessoa do singular e, geralmente, implica um discurso desordenado, vergado aos pensamentos e reflexões do interlocutor, utilizando frequentemente reticências, por exemplo.
Como vimos, a narrativa pode apresentar-se através de diferentes formas de expressão literária, condicionando a forma como o leitor reage à narrativa. Afinal, não é só o que se conta que define a qualidade de uma narrativa, mas também o modo como se conta.
Ter dúvidas é saber…
Ter a ver ou ter a haver?
Qual das frases está correcta?
a)Este assunto tem a ver com o tema que estamos a trabalhar.
b)Este assunto tem a haver com o tema que estamos a trabalhar.
A frase que está correcta é a da alínea a).
Vejamos, então, o significado de cada uma:
Ter a ver = estar relacionado (com), dizer respeito (a).
Ter a haver = ter a receber.
Clarifiquemos melhor com alguns exemplos:
Eu não tenho nada a ver com esse problema. (= o problema não me diz respeito, não está relacionado comigo)
Eu não tenho nada a haver. (= Eu não tenho nada a receber.)
A confusão entre estas duas expressões poderia ser evitada se, em vez de usarmos o galicismo “ter a ver”, usássemos a expressão portuguesa “ter que ver”.
Assim, em português correcto, devemos dizer:
Este assunto tem que ver com o tema que estamos a trabalhar.
Miminho
Recebi este mimo desta amiga! Muito Obrigada, Sabrith!
Não há qualquer regra específica, só é preciso dizer algumas palavras.
“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.”
Carlos Drummond de Andrade
Trabalhinho:
A Mena na Cozinha
Frango salteado com legumes
200 g de abóbora
batatas, cenouras, feijão verde, brócolos (ou um pacote de jardineira congelada)
azeite
2 dentes de alho
sobras de frango (assado, cozido...)
sal
pimenta
Leve o azeite ao lume com os alhos e deixe alourar.
Junte a abóbora cortada aos cubinhos e envolva.
Adicione a jardineira, os ingredientes indicados ou outros a gosto (cogumelos, ervilhas, alho francês...).
Quando o feijão, a abóbora, o feijão verde e as cenouras estiverem cozinhados, junte o frango desfiado. Deixe apurar, tempere com sal e pimenta, envolva.
Se gostar, salpique com salsa picada.
Bom apetite!
A Narrativa, na sua origem, estava associada à poesia. No entanto, não se deve confundir aqui poesia e lírica: a líricarepresenta o mundo interior do eu, enquanto a narrativa apresenta o mundo exterior e objectivo do ele ou de eles. A poesia é apenas a forma a que a lírica dá preferência, recorrendo a vários elementos que constituem as regras da versificação, mas tanto a narrativa como o drama se podem apropriar dela.
Os poetas itinerantes ou pertencentes à corte narravam longas aventuras de deuses, heróis e reis, acompanhadas de música. Estas histórias eram contadas em verso, constituindo uma forma de poesia narrativa, não uma poesia lírica. Só mais tarde, com o aparecimento da escrita, é que as narrativas se distanciaram da forma em verso e passaram a ser escritas em prosa.
Há dois tipos de narrativa: a narrativa de ficção e a narrativa de factos. Neste capítulo, vou falar-vos da narrativa de ficção, já que a narrativa de factos engloba principalmente os textos não literários (notícias, reportagens, actas…).
Independentemente de pertencer à categoria da ficção ou dos factos, todos os textos que se enquadram no modo narrativo se caracterizam pela existência de uma ou mais acções, factuais ou ficcionais, apresentadas por um narrador e protagonizadas por uma ou mais personagens, que podem ser localizadas num determinado espaço e tempo. Eis então os cinco elementos da narrativa:
Acção
Dá-se o nome de acção ao conjunto de acontecimentos que constituem uma narrativa e que são relatados, mas há que distinguir a importância de cada um deles para a história.Normalmente, deparamo-nos com uma acção central e uma ou várias secundárias.
Acção principal: constituída pelo ou pelos acontecimentos principais.
Acção secundária: constituída pelo ou pelos acontecimentos menos importantes que valorizam a acção central. Auxilia o desenrolar da acção central, permitindo compreender a situação social, cultural, ideológica, entre outras.
Numa narrativa, as várias acções relacionam-se entre si de diferentes maneiras:
- por encadeamento: quando as acções sucedem por ordem temporal e em que o final de uma acção se encadeia com o início da seguinte.
- por alternância: quando as acções se desenrolam separada e alternadamente, podendo fundir-se em determinado ponto da história. Geralmente, as telenovelas apresentam esta estrutura.
- por encaixe, isto é, quando se introduz uma acção noutra.
Estrutura (momentos) da acção
Introdução (situação inicial) – apresenta as personagens, situa a acção no tempo e no espaço…
Desenvolvimento – sucessão das peripécias ou dos acontecimentos mais marcantes.
Conclusão ou desenlace – desfecho ou simplesmente a sequência final.
Delimitação da acção
O fim de uma acção também oferece alternativas:
Acção Fechada - a acção é resolvida até ao pormenor, pelo que o leitor fica a conhecer tudo o que aconteceu às personagens.
Acção Aberta - a acção não apresenta soluções definitivas, pelo que o leitor fica sem saber o que vai acontecer às personagens
Normalmente, algumas acções secundárias, de pouca importância, permanecem abertas, enquanto a acção central e as acções secundárias com algum relevo são fechadas. No entanto, há também muitos romances onde a acção central permanece aberta.
Narrador
O narrador é uma entidade imaginária criada pelo autor, que tem como função contar a história. Não deve, por isso, ser confundido com o autor, que é o responsável pela criação da história.
Uma narrativa é uma história que é narrada. A voz que narra recebe o nome de narrador, aquele a quem a história é narrada é o narratário. O narrador, mencionado frequentemente como o sujeito de enunciação, é um ser ficcional que existe somente na narrativa e não deve ser confundido com o autor, mesmo quando as duas posições se aproximam. O termo narratário, pelo contrário, pode referir-se ou não a seres ficcionais.
Presença do narrador
Quanto à presença, o narrador pode ser não participante ou participante.
Narrador não participante ou narrador ausente: conta uma história na qual não participa – narrador heterodiegético(fala sempre dos outros, nunca de nós) – narra a acção na terceira pessoa.
Narrador participante – conta uma história em que participa como personagem principal – narrador autodiegético (o eu é automaticamente a figura principal) – ou uma história em que participa como personagem secundária – narrador homodiegético (o eu fala do homem que é a figura principal) - narra a acção na 1.ª pessoa.
Ciência do Narrador
Para além da presença, pode-se avaliar os conhecimentos que o narrador possui sobre o que está a ser narrado.
Omnisciente
- Este tipo de narrador "tudo" (omni) "conhece" (sciente), ou seja, é como um deus que tem acesso ao interior das personagens, assim como aos eventos passados e futuros.
- Analisa as acções, os comportamentos, os sentimentos e os pensamentos das personagens.
- As personagens podem ser apresentas de fora para dentro ou de dentro para fora.
Observador
- Este tipo de narrador apenas sabe o que vê (observa), tendo que interpretar as palavras, os silêncios, as atitudes e os gestos das personagens para as conhecer.
- As personagens só podem ser apresentadas de fora para dentro, à medida que o narrador as vai conhecendo.
- Não tem acesso a eventos futuros nem a todos os eventos passados.
O narrador observador pode apresentar dois tipos de visão ou focalização:
focalização externa
- o conhecimento do narrador limita-se ao que é observável do exterior.
- apresenta os aspectos exteriores das personagens e dos eventos.
- o narrador apenas conhece o que ouve e vê superficialmente.
focalização interna
- o narrador adopta o ponto de vista de uma ou mais personagens.
- a visão do narrador é de alguém inserido na narrativa.
Posição do narrador
Quanto à posição, relativamente ao que conta, o narrador pode ser objectivo ou subjectivo.
Narrador objectivo – relata os acontecimentos de forma imparcial e distanciada, narrando os factos com objectividade.
Narrador subjectivo –quando se aproxima das situações que está a contar para dar a sua opinião, julgando, aconselhando, elogiando ou censurando, emitindo juízos de valor.Narra os acontecimentos com parcialidade, tornando a narração subjectiva.
3.Espaço
Embora se diga que o conto popular ocorre "fora do tempo e do espaço", a verdade é que todas as acções precisam forçosamente de ocorrer em algum lado - o espaço.
O espaço de uma narrativa refere-se não só ao lugar físico onde decorre a acção, mas também ao ambiente social e cultural onde se inserem as personagens.
Espaço físico - é o espaço real, que serve de cenário à acção, onde as personagens se movem. Lugar ou lugares onde decorre a acção. Pode definir-se como um espaço aberto/fechado, interior/exterior, público/privado.
Espaço sociale cultural - é constituído pelo ambiente social, representado, por excelência, pelas personagens figurantes. Meio, situação económica, cultural ou social das personagens. Podem ser definidos grupos sociais, conjuntos de valores e crenças desses grupos, posição que ocupam na sociedade, referência às tradições e costumes culturais de um povo.
Espaço psicológico - espaço interior da personagem, abarcando as suas vivências, os seus pensamentos e sentimentos.
4.Tempo
O tempo é uma das categorias da narrativa com mais relevo. Estabelece a duração da acção e marca a sucessão cronológica dos acontecimentos.
Tempo cronológico ou tempo da história - determinado pela sucessão cronológica dos acontecimentos narrados, ou seja, a ordem real dos acontecimentos.
Tempo do discurso - resulta do tratamento ou elaboração do tempo da história pelo narrador, ou seja, é a ordem textual dos acontecimentos. O tempo do discurso nem sempre respeita o tempo da história, ou seja, os acontecimentos nem sempre são relatados pela ordem de sucessão. Este pode escolher narrar os acontecimentos:
por ordem linear ;
com alteração da ordem temporal, recorrendo à analepse (narrando acontecimentos passados) ou à prolepse (antecipação de acontecimentos futuros);
ao ritmo dos acontecimentos, como, por exemplo, na cena dialogada;
a um ritmo diferente, recorrendo ao resumo ou sumário (condensação dos acontecimentos), à elipse (omissão de acontecimentos) e à pausa (interrupção da história para dar lugar a descrições ou divagações).
Tempo histórico - refere-se à época ou momento histórico em que a acção se desenrola. Geralmente, identifica-se através de datas, da nomeação de personalidades e eventos conhecidos, da apresentação de costumes e tradições atribuídas a dado período, etc.
Tempo psicológico - é um tempo subjectivo, vivido ou sentido pela personagem, que flui em consonância com o seu estado de espírito. De um modo simplista, pode relacionar-se com a sensação que já todos experimentámos do tempo 'andar mais depressa', quando estamos a meio de algo agradável, ou 'nunca mais passar', quando estamos a fazer algo que não gostamos.
5.Personagens
Uma personagem é um agente da acção e é sempre uma figura fictícia e, tal como a figura do narrador não deve ser confundida com o autor, também as personagens não devem ser confundidas com pessoas, mesmo que sejam baseadas em, ou representem, pessoas reais.
Relevo
O modo mais comum de distinguir personagens é de acordo com o seu relevo, que é o mesmo que dizer, o papel que desempenham na economia da narrativa.
Personagens Principais ou Protagonistas
As personagens à volta das quais decorre a acção central.
Geralmente, são as personagens mais importantes e que mais se destacam.
Podem ser:
individuais ou singulares - quando representam um indivíduo.
colectivas - quando representam um grupo (social, profissional, etc.)
Personagens Secundárias
Personagens que participam na acção, mas não desempenham um papel decisivo. São menos importantes que os protagonistas mas relacionam-se com eles.
Podem ser:
individuais ou singulares - quando representam um indivíduo.
colectivas - quando representam um grupo (social, profissional, etc.)
Figurantes
Personagens com uma função principalmente decorativa.
Podem ser:
individuais ou singulares - quando representam um indíduo.
colectivas - quando representam um grupo (social, profissional, etc.)
Uma outra forma de analisar as personagens de uma narrativa é ao nível da sua composição e formulação, ou seja ao nível da sua concepção.
Composição
Personagens Modeladas ou Personagens Redondas ou Caracteres
Personagens dinâmicas porque são capazes de alterar o seu comportamento.
Personagens com densidade psicológica, ou seja, evoluem psicologicamente ao longo da acção.
Apresentam uma grande vida interior, sendo capazes de surpreender o leitor pelas suas atitudes e comportamentos diversificados.
Personagens Planas
Personagens estáticas porque não alteram o seu comportamento.
Personagens sem densidade psicológica, ou seja, não evoluem psicologicamente ao longo da acção.
São personagens definidas de um modo linear por um ou vários traços que as acompanham ao longo de toda a obra.
Normalmente, são caracterizadas aquando da sua introdução na narrativa e não sofrem, posteriormente, qualquer evolução.
Personagens-tipo
São personagens definidas de um modo linear por um ou vários traços que as acompanham ao longo de toda a obra.
Representam, frequentemente, um grupo profissional ou social.
Caracterização
Resta-nos agora falar de como se podem caracterizar as personagens de uma história. Primeiro há que diferenciar entre os dois tipos de retrato que se pode fazer de uma personagem:
Retrato Físico - Caracterização do exterior da personagem.
Retrato Psicológico - Caracterização da personalidade da personagem, através dos seus comportamentos, atitudes e pensamentos.
Processos de caracterização
Existem duas formas distintas de caracterizar as personagens, mas que se podem utilizar em conjunto para maior variedade:
Caracterização Directa - caracterização feita pelo narrador, pela própria personagem ou pelas outras personagens da história.
Caracterização Indirecta - o narrador põe a personagem em acção, cabendo ao leitor, através do seu comportamento e/ou da sua fala, traçar o seu retrato.
Caracterização Mista - Coexistência de momentos de caracterização directa (feita pelo narrador e pelas personagens) e de caracterização indirecta (sugerida pelas atitudes e comportamentos da personagem).
A Mena na cozinha
Bifes enrolados
4 bifes de peru ou de porco
1 beringela
1 curgete
3 tomates
4 dentes de alho
1 colher de sobremesa de colorau, sal, pimenta, alho de moinho, tomilho
azeite
50 g de azeitonas pretas
50 g de azeitonas verdes
80 g de miolo de broa
200 g de cuscuz
2,5 dl de água
1 casca de limão
1 pé de hortelã
sal
Barre os bifes de ambos os lados com colorau, azeite (2 colheres), sal, pimenta e um pouco de tomilho.
Entretanto pique as azeitonas pretas e verdes, descaroçadas, com a broa.
Espalhe sobre a carne.
Enrole com papel de alumínio e
leve ao forno (pré-aquecido a 200º) por 15 minutos.
Corte a beringela em cubos pequenos, salpique com sal e deixe escorrer dentro de um passador.
Corte a curgete e o tomate em pedaços e espalhe sobre um tabuleiro. Passe a beringela por água e junte-a aos restantes legumes. Tempere tudo com sal, pimenta e alho moído na altura. Regue com o azeite (2 colheres). Mexa e leve ao forno cerca de 25 minutos, tapados com uma folha de alumínio.
Retire as folhas de alumínio dos bifes e coloque-os sobre os legumes, regue com um fio de azeite e leve ao forno mais 15 minutos.
Enquanto isso, prepare os cuscuz, deixando-os a hidratar em água fervida com sal, casca de limão e hortelã. Para que fiquem soltos, separe-os bem com um garfo.
Sirva os bifes com os legumes e acompanhe com os cuscuz.
Bom apetite!
As regras são:
Escrever uma lista com oito coisas que sonhamos fazer antes de morrer.
Convidar oito parceiras de blogues amigos para responder também.
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