Pequenina
És pequenina e ris ... A boca breve
É um pequeno idílio cor-de-rosa ...
Haste de lírio frágil e mimosa!
Cofre de beijos feito sonho e neve!
Doce quimera que a nossa alma deve
Ao Céu que assim te faz tão graciosa!
Que nesta vida amarga e tormentosa
Te fez nascer como um perfume leve!
O ver o teu olhar faz bem à gente ...
E cheira e sabe, a nossa boca, a flores
Quando o teu nome diz, suavemente ...
Pequenina que a Mãe de Deus sonhou,
Que ela afaste de ti aquelas dores
Que fizeram de mim isto que sou!
Na apreciação que o eu lírico faz da menina, utiliza metáforas: "É um pequeno idílio cor-de-rosa ...", "Haste de lírio frágil e mimosa!", "Cofre de beijos feito sonho e neve!", "Doce quimera que a nossa alma deve". E acentua a graciosidade da pequenina através da comparação: "Te fez nascer como um perfume leve!"
Na última estrofe do soneto, o sujeito poético exprime um desejo em relação à menina: não quer que Maria Helena venha a ter uma vida de sofrimento como ela.
Suspiros
4 claras
250 grs de açúcar
1 colher de sopa de maisena
2 colheres de chá de vinagre
1/4 de colher de chá de essência de baunilha
Bata as claras em castelo e adicione o açúcar, uma colher de cada vez, batendo até ficarem bem firmes.
Acrescente a maisena, o vinagre e a baunilha.
Faça montinhos sobre um tabuleiro forrado com papel manteiga e leve ao forno até ficarem dourados.
Deixe arrefecer e remova o papel.
Delícia de morangos com suspiros
200 ml de natas
300 g de morangos laminados
2 colheres de sopa de açúcar
50 g de suspiros esfarelados
Fatie os morangos e reserve.
Bata as natas com o açúcar até ficarem bem firmes.
Numa taça, coloque alternadamente os suspiros esfarelados, os morangos e o chantilly até esgotar os ingredientes.
Enfeite com os morangos restantes.
Trabalhinhos: