"A Estrela" contada pelos meus alunos
Esta história de Vergílio Ferreira fala-nos de uma criança com sete anos que tem uma sonho muito invulgar e ousado. Pedro quer ter uma estrela só para si, embora não soubesse bem para quê.
Um dia, à meia-noite, cheio de coragem, salta a janela do seu quarto, corre pela aldeia e chega à igreja. Agilmente sobe até ao cimo da torre para roubar a estrela. Um velho, muito velho, lá da aldeia dá por falta da estrela mais gira e cintilante do céu. Todos na aldeia se revoltam e, quando descobriram que foi Pedro quem roubou a estrela, obrigaram-no a devolvê-la ao céu escuro. Depois de ter colocado a estrela no seu lugar, o menino desequilibra-se e estampa-se no chão em cima do empedrado do adro da igreja.
Todos choram a sua morte. Mas ninguém compreendeu o sonho de Pedro.
O conto fala da ousadia e da coragem de Pedro, que vive num mundo, rodeado por pessoas muito ocupadas, onde não há lugar para o sonho. Pedro não desistiu de sonhar, teimou e tentou alcançar o seu sonho, a sua estrela. Ele não esperou que o seu sonho, a sua estrela, descesse do céu até si, foi buscá-la e teve de assumir depois as consequências dessa atitude: a incompreensão da população e dos pais. Estes obrigaram-no a crescer e a deixar de ser criança, quando o forçaram a devolver a sua estrela ao céu.
Eu não gostei muito do conto ao princípio, só depois de a professora explicar é que comecei a gostar, porque só depois é que achei o conto muito bonito. A história diz-nos que nos dias de hoje, não há lugar para o sonho, para a imaginação, para a fantasia, tudo gira em torno do trabalho, do sucesso e da competição. Como a professora diz e eu acredito, todos temos a nossa estrela que brilha por nós, o nosso sonho. Nós também estudámos na aula um poema que dizia “Pelo Sonho é que vamos” e é bem verdade, porque uma vida sem sonhos é um vida triste e sem cor. As crianças sonham, criam mundos e são muitas personagens nas suas brincadeiras, podem fazer tudo e até podem ir buscar estrelas ao céu. Então, todos devemos procurar a criança que há dentro de nós, que deve continuar a sonhar e a procurar a sua estrela para depois a colocar no céu.
O conto é lindo e contém uma linda mensagem, não devemos desistir dos nossos sonhos, mesmo que nos pareçam difíceis de alcançar. O final do conto pode parecer algo inesperado, mas para mim tem duas interpretações: 1. Narrativa fechada - Pedro morre ao ter de devolver o objecto do seu sonho. 2. Narrativa aberta - Pedro não morre, o que morre é a sua disponibilidade para sonhar, visto estar na idade de começar a ter outras responsabilidades, antigamente deixava-se de ser criança na idade de Pedro, logo o que morreu foi a criança sonhadora que havia dentro dele. De notar que as personagens que dão por falta da estrela são as que não têm qualquer trabalho (rotina), o velho (não tinha sono e observava as estrelas), o Cigarra (era um artista) e o Pedro (uma criança).
Esta história fala de Pedro, um rapaz de apenas sete anos, que sonhava ter uma estrela só sua. Não era uma estrela qualquer, era a mais gira e brilhante do céu. Será que vai conseguir concretizar o seu sonho?
Numa noite, à meia-noite, Pedro decide subir ao alto da torre para roubar o objecto do seu sonho. Conseguiu com coragem e determinação alcançar a estrela e empalmá-la. Mas um velho contador de histórias descobre o roubo e conta-o a toda a aldeia. O pai de Pedro exige que Pedro a reponha no seu lugar.
Pedro teve de novo de subir a torre da igreja e no fim de devolver a estrela ao descer da torre, escorrega, cai no meio do chão e morre.
Todos choraram a sua morte e a sua história ficou conhecida graças aos versos que o Cigarra cantava. Pedro ficou conhecido como o rapaz que tinha um sonho, que lutou por ele e por ele morreu.
É uma história simples, mas muito bonita. Pedro, uma criança de sete anos que, um dia, à meia-noite, sobe à torre da igreja da sua aldeia, para roubar uma estrela linda e brilhante.
Porém, o roubo é descoberto por um velho muito velho, e toda a aldeia se revolta contra aquele acto que, assim, defraudara o património comum. Quando se descobre a verdade, o pai de Pedro exige que ele reponha a estrela roubada no seu lugar. Ao restituir a estrela, perante toda a gente da aldeia, Pedro cai e morre. Aquela estrela rara e única e a história do seu roubo perdurariam na memória de todos até aos nossos dias.
Um sonho tornado realidade que termina mal, porque Pedro tinha um sonho e concretizou-o, mas o sonho desfez-se como bolas de sabão e a criança ficou infeliz num mundo onde não cabem os sonhos, o mundo da responsabilidade e do trabalho onde o que conta é a competitividade e o sucesso, sem se dar importância aos sonhos e felicidade das pessoas.
1 cebola
1 cenoura
1 dente de alho
sal
pimenta
1 colher de sobremesa de açafrão ou de caril
azeite
150 g de cogumelos
50 g de bacon
1 chávena de água
250 g de tofu
5 ovos
salsa
1 folha de louro
Bom apetite!
Trabalhinhos:
Deixo este selinho a todas as minhas amigas blogueiras. Levem-no!