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segunda-feira, 2 de junho de 2008

Coentros e orquídeas

Nas nuvens: adoro ficar a olhar as nuvens e vou registando alguns momentos, mais ou menos, nublados.



Bacalhau na cataplana

Deixei-vos aqui esta receita. Agora, decidi colocar as fotos da sua preparação.

Faz-se uma "cama" com azeite, dentes de alho, coentros e malagueta.

Frita-se o bacalhau, envolvido em farinha, no azeite.

Coloca-se o bacalhau em cima da "cama" preparada anteriormente.

Tapa-se e deixa-se cozer em lume brando.

Já está pronto!

Serve-se com batatinhas assadas no forno (a murro) e com uma boa salada mista.


Miminho

Ganhei esse lindo prémio da minha querida amiga, Andrea Cris. Obrigada, amiga, fiquei muito Feliz!


E, agora, ofereço a todas as amigas que me visitam!


Os meus vizinhos

A agitação da vida urbana fomenta o individualismo, o isolamento e a indiferença por aqueles que mais próximo de nós residem. Não conhecemos os nossos vizinhos e não estimulamos as relações interpessoais.
Convidar os vizinhos para beber um copo ou partilhar uma refeição pode não resolver os problemas sociais, mas este simples gesto pode ser um princípio. Conhecer os vizinhos ajuda à coesão social, a uma melhor vida em conjunto e cria novos laços de solidariedade entre as pessoas.

Quando casei, fui viver para um apartamento e aí permaneci 6 anos. Era um bloco de 4 andares e em cada um havia 6 apartamentos. Ao todo, viviam ali 24 famílias. No andar em que morava, apenas conheci uma família: a Odete, o marido e dois filhos. Cruzava-me várias vezes com outras pessoas, mas, para dizer a verdade, só as conhecia de vista, do Bom Dia! Boa Tarde! Boa Noite! Como está? E a conversa ficava por aqui.
O meu filho era pequeno, nós habitávamos o quarto andar, não havia elevador no prédio... Cada vez que íamos às compras, tínhamos de carregar tudo lá para cima... Era um sobe e desce constante e havia também uma criança pequena para levar ao colo. Logo que foi possível, vendemos o apartamento e comprámos um dúplex no mesmo bairro, onde permanecemos 10 anos. Aí, éramos oito famílias. Cruzávamo-nos muitas vezes e foi possível fazer amizade com três das famílias.
Entretanto, vendemos o dúplex e construímos a casa em que vivemos agora. Vivemos já há cinco anos aqui e é com alguma tristeza que vos digo que mal conheço os meus vizinhos. A casa está situada numa pequena aldeia muito perto da cidade, nesta rua há apenas 6 vivendas. Conheço alguns vizinhos de vista, por quem passo de carro e em vez do tradicional Bom Dia, passámos a levantar a mão, a acenar, um pequeno cumprimento, um simples gesto de cortesia. Mas há os vizinhos do lado, com quem falamos, a quem batemos à porta de vez em quando e que encontramos mais vezes no supermercado do que aqui. Engraçado, não é?
Um dia destes, a vizinha tocou à campainha, vinha trazer-me uma taça cheia de nêsperas e um cestinho com limões. A taça e o cesto ficaram por aqui algum tempo, porque eu queria retribuir a gentileza. Talvez faça um bolo para os vizinhos, disse ao meu marido, ou um doce. A vida é um corre-corre e fui adiando, adiando, por falta de tempo, disposição... Este fim-de-semana, a minha filha pediu-me Arroz Doce Tropical e sugeriu que levasse um pratinho aos vizinhos, pois "talvez eles ainda não tenham provado este doce", disse ela. Assim foi, fiz o arroz, convidei o meu marido para me acompanhar e lá fomos levar a taça, o cestinho e o pratinho de Arroz Doce Tropical. Tocámos e surgiu a vizinha que logo nos convidou a entrar, pois estava ali o seu filho mais novo, o Gonçalo, a tocar violoncelo. São todos muito simpáticos e o Gonçalo além de tocar muito bem, é dono de uns olhos lindos!... Os homens logo se meteram à conversa e a vizinha mostrou-me os bordados que fizera quando andava a estudar, a sua mini-horta, muito bem cuidada, as suas flores... Apanhámos coentros e ela presenteou-me com estas orquídeas que eu coloquei neste pequeno aquário com algumas canas. Ficou bonito o arranjo, não ficou?



Apresento-vos, agora, o "Quarto Minguante": o Gonçalo, no violoncelo ( o filho mais novo dos meus vizinhos), o Hugo, na bateria, a Sílvia (voz e clarinete) e o Alex, na viola, um grupo musical a ter em conta... Aposto que brevemente iremos ouvir falar muito neles...






Mais um trabalhinho: colar a vermelho e preto.



segunda-feira, 12 de maio de 2008

Tudo e coisa nenhuma

Hoje decidi escrever sobre coisas e loisas, isto é, nada de especial, nenhum tema em concreto. Tenho resmas de testes para corrigir e não tenho tempo para pensar, nem para escrever muito. Penso sempre, hoje vou escrever um texto breve, mas o que acontece é que me perco completamente e as palavras correm como um rio desenfreado que galga muitas vezes as margens. A verdade é que ainda ninguém reclamou pelo tamanho dos textos, graças a Deus que as minhas amigas leitoras são pacientes e gostam de ler... Sendo assim, hoje vou apresentar banalidades! Nada muito sério! Alguma cultura apenas!


Começamos primeiro pela cultura!

Falar verdade a mentir - Reportagem


"Asas" - poema de Almeida Garrett



Agora um pouco de música!

"Mentira"


Segue-se um desafio vindo do blogue desta menina



1. Sonho com um corpinho... Não sonho, já o tenho! Estou satisfeita com o que Deus me deu. O maridão não se queixa, logo está tão satisfeito como eu!
2. Sonho com uma viagem... ao Japão.
3. Sonho com um príncipe...
Todas sonhamos, não é? Mas eu já tenho o meu príncipe!
4. Sonho com uma família...
já tenho uma família maravilhosa, muito unida. No seu seio há muito amor, compreensão…

5. Sonho com uma festa... enorme com toda a família: os mais chegados e os mais afastados. Seria um convívio entre várias gerações para recordarmos tempos passados e para ouvirmos histórias antigas, protagonizados pelos avôs, avós, tios, tias… Uma, talvez já dia vinte, no centésimo aniversário do meu avô.

6. Sonho com uma grana... para ajudar os mais necessitados, ajudar instituições. Tornar este “mundo” menos pobre, onde não encontrasse crianças famintas, descalças e sem amor.
7. Sonho em fazer amor... no mar...
8. Sonho com um Portugal... melhor, sem pobreza, com trabalho para todos, mais justo, sem corrupção…

9. Sonho em ajudar... todos os que precisam.
10. O sonho mais maluco que já tive...
voar e conhecer o mundo, voando de terra em terra.


Passo a:
Todos os que quiserem responder a este desafio!


Duas receitinhas deliciosas:

Bacalhau na cataplana

4 postas de bacalhau
um ramo de coentros
3 ou 4 dentes de alho
1 malagueta grande
sal (se necessário)
pimenta
farinha
azeite

Faço este bacalhau para acompanhar batatinhas assadas no forno (batatinhas a murro). Lavam-se as batatinhas novas e dá-se-lhe um golpe para assarem mais depressa.
Vão ao forno a 200º.
O bacalhau deve ser demolhado, de um dia para o outro.
Coloca-se o bacalhau em cima de uma toalha para ficar bem sequinho. Em seguida, envolve-se em farinha e frita-se em azeite, deve ficar lourinho, mas não muito. Entretanto, numa cataplana, wok com tampa ou pirex com tampa, faz-se uma cama com uma malagueta das grandes cortada ao meio, um ramo de coentros e alhos esmagados. Coloca-se por cima azeite suficiente que servirá depois para temperar as batatinhas assadas e por cima dispõem-se as postas de bacalhau. Se o bacalhau estiver completamente insonso, põe-se uma pitada de sal e um pouco de pimenta. Vai a lume brando cerca de 25 minutos e, de vez em quando, abana-se o recipiente para que não se pegue nada ao fundo da cataplana.


Bacalhau com leite de coco

4 postas de bacalhau
1 lata de leite de coco
2 cebolas
2 tomates maduros
uma malagueta grande
3 dentes de alho
1 folha de louro
azeite
sal
pimenta

Faz-se um refogado em azeite com a cebola, os alhos e o tomate picados. Junta-se o louro e a malagueta às rodelas pequenas. Deixa-se apurar um pouco. Seguidamente, vai-se deitando o leite de coco a pouco e pouco, envolvendo tudo muito bem. Junta-se o bacalhau, rectifica-se o sal, põe-se uma pitada de pimenta, tapa-se e deixa-se cozinhar durante 25 minutos.
Serve-se com batatinhas cozidas cortadas às rodelas.

Your Mind is Blue

Of all the mind types, yours is the most mellow.

You tend to be in a meditative state most of the time. You don't try to think away your troubles.

Your thoughts are realistic, fresh, and honest. You truly see things as how they are.


You tend to spend a lot of time thinking about your friends, your surroundings, and your life.

Para reflectir...

Um velho índio descreveu certa vez seus conflitos internos:
- Dentro de mim existem dois cachorros, um deles é cruel e mau, o outro é muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando...
Quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, reflectiu e respondeu:
- Aquele que eu alimentar.


"Nesta vida temos três professores importantes: o 'Momento Feliz', o 'Momento Triste' e o 'Momento Difícil'.
O 'Momento Feliz' mostra o que não precisamos mudar.
O 'Momento Triste' mostra o que precisamos mudar.
O 'Momento Difícil' mostra que somos capazes de superar."

"Viva o HOJE intensamente, porque o ontem já passou,
e o a manhã pode ser que nunca chegue!"


Finalmente, para descontrair

Conselhos de mãe

- Deixa de jogar à bola todo o dia e vá estudar para você ter um futuro.
(Mãe do Ronaldinho)

- Pare de gritar o dia todo.
(Mãe do Luciano Pavarotti)

- Deixa de brincar com estas maquininhas ou nunca terá nada na vida.
(Mãe do Bill Gates)

- É a última vez que rabiscas o tecto do banheiro.
(Mãe do Michelangelo)

- Pare de batucar na mesa. Já estou cansada desses ruídos.
(Mãe do Samuel Morse)

- Fica quieto de uma vez! Daqui a pouco vai querer dançar na parede.
(Mãe do Fred Astaire)

- Nada de igualdades. Eu sou sua mãe e você é meu filho.
(Mãe do Karl Max)

- E você pensa que sem estudar, não gostando de trabalhar e bebendo cachaça vai chegar a algum lugar?
(Mãe do Luiz Inácio Lula da Silva)



E, por último, alguns trabalhitos:







Uma óptima semana para todas!