Bem-Vindos a este espaço! Aqui encontrarão retalhos da vida de uma mulher... Retalhos, porque a minha vida é isso mesmo... é composta por mil pedacinhos que se vão tecendo e juntando para construir uma teia, umas vezes mais colorida... outras mais sombria... Mas no fim, tudo se conjuga harmoniosamente...
Foi um almocinho especial! Não foi hoje, mas ontem... Uma batotazita!
Carne assada no forno
1 lombo de porco
1 cebola
5 dentes de alho
1 pimento vermelho
sal
pimenta
1 malagueta grande
2 colheres de sopa de polpa de tomate
1 folha de louro
Faça uma pasta com a cebola, os alhos, o pimento, o sal, a pimenta, a malagueta e a polpa de tomate, na picadora.
Fure a carne e barre-a com este creme. Reserve o resto da pasta. Deite um pouco de azeite no fundo de um pirex e disponha a carne. Por cima da carne, deite o resto do creme reservado, o louro e um copo de vinho branco. Regue com um pouco de azeite e leve ao forno.
Sirva com batatinhas e feijão verde cozidos que juntará à carne, quando esta estiver quase pronta, para ganhar sabor.
Chega o terceiro período e as paredes da escola deixam de ter o ar de hospital. Os azulejos de cores deslavadas são quase completamente revestidos com os muitos trabalhos realizados pelos alunos durante o ano lectivo. A escola fica bem mais bonita!
Estes perfis pertencem aos alunos do oitavo ano e é só olharmos com um pouco de atenção para descobrirmos a Catarina, a Beatriz, o José, a Francisca, a Rita…
O engraçado é que até os padrões escolhidos para a decoração dos perfis dizem muito acerca da personalidade de cada aluno retratado! Nada surgiu por acaso!
Este retrato colectivo foi realizado na disciplina de Educação Visual com as professoras Dulce e Ana. São trabalhos lindíssimos e vão dar, temporariamente, cor e vivacidade a uma escola sombria, uma escola igual a tantas outras!
Em tempos esta escola era a “nossa escola”, de alunos, funcionários, professores… Hoje, como diz um grande colega e amigo: “Esta já não é a nossa escola, é mais uma escola entre outras...”
A lírica camoniana
A separação da mulher amada
A fermosura desta fresca serra
O tema deste soneto é a necessidade da presença da mulher amada para que a felicidade do sujeito poético seja possível ("Sem ti, tudo me enoja e me aborrece").
O soneto pode dividir-se em duas partes, desempenhando o advérbio "enfim" a função de palavra- charneira:
- a primeira parte corresponde às duas quadras em que se descreve uma natureza harmoniosa, propícia ao amor (A harmonia Eu lírico / Natureza - presença da mulher amada);
- a segunda parte, os dois tercetos, refere a irrelevância da beleza da natureza sem a presença da mulher amada (O conflito Sujeito poético / Natureza - ausência da mulher amada "Sem ti, tudo me enoja e me aborrece").
A primeira parte do soneto é, portanto, constituída por uma descrição que se estrutura numa enumeração de elementos que constituem a paisagem e que são qualificados (e até personificados), ora por adjectivos ora por substantivos ou orações relativas:
Elementos da paisagem (enumeração) - serra, castanheiros, o caminhar dos ribeiros, o som do mar, a terra, o esconder do sol pelos outeiros, o recolher dos gados, as nuvens.
Adjectivos - fresca (serra), verdes (castanheiros), manso (o caminhar dos ribeiros), rouco (o som do mar), estranha (a terra), derradeiros (o recolher dos gados), branda (as nuvens).
Substantivos - fermosura (serra), sombra (castanheiros), guerra (nuvens).
Orações relativas - donde toda a tristeza se desterra (o caminhar dos ribeiros).
Depois desta visão estática e analítica da paisagem, a segunda parte constitui uma síntese ("Enfim, tudo o que a rara Natureza / com tanta variedade nos oferece"). Para além desta síntese, o sujeito poético introduz, nesta parte, um novo elemento - o "tu" -, que se vem juntar à dupla Eu lírico / Natureza. A presença deste terceiro elemento assume um carácter decisivo na visão da paisagem: na ausência da mulher amada (o "tu") tudo o "enoja" e "aborrece" e "perpetuamente" passará "nas mores alegrias, mor tristeza".
Enquanto a descrição da primeira parte tendia para a objectividade (exterioridade /terceira pessoa), na segunda parte, com a introdução da primeira e segunda pessoas do singular (instituindo-se uma relação eu - tu - Natureza), o texto assume um certo dramatismo e uma grande subjectividade.
O dramatismo e a subjectividade da segunda parte devem a sua intensidade à utilização de alguns recursos estilísticos:
- elementos fónicos expressivos, sobretudo sons nasais (tanta, não, magoando, sem, perpetuamente, passando) e sons fechados (Natureza, tristeza);
- a conjugação perifrástica com o verbo estar ("está magoando", "estou passando") para sugerir uma continuidade que o advérbio de modo "perpetuamente" vem acentuar;
- a anáfora "Sem ti... Sem ti..." (verso 12 e 13) que revela a importância da mulher amada na relação eu / tu;
- a antítese: "Nas mores alegrias, mor tristeza".
Este soneto em verso decassilábico heróico tem rima interpolada e emparelhada nas quadras e interpolada e cruzada nos tercetos, segundo o esquema rimático ABBA ABBA CDE DEC.
Sugestão da Regina:
Trabalhinho:
T- shirt
A Mena na cozinha
Carne assada no forno
Lombo de porco
1 cebola grande
pimento verde e laranja
1 malagueta grande
4 tomates grandes
2 dentes de alho
salsa
1 dl de vinho branco
sal
pimenta
azeite
Prepare a caminha onde vai deitar a carne com a cebola e os alhos cortados às rodelas, parte dos tomates aos pedaços, da malagueta às rodelas, dos pimentos às tiras e da salsa (metade de cada um dos ingredientes).
Coloque a carne na caminha e sapique-a com sal e pimenta. Por cima, disponha o resto dos ingredientes que reservou. Regue com o vinho e o azeite e leve ao forno a 200º.
Sirva com puré de batata... ou batatas fritas... ou arroz... ou legumes.
Bom apetite!