segunda-feira, 27 de junho de 2011

Cartão único

A foto veio daqui!


Em 2019


- Telefonista: Pizza Hut, boa noite!


- Cliente: Boa noite, quero encomendar Pizzas...


- Telefonista: Pode-me dar o seu NIN?


- Cliente: Sim, o meu Número de Identificação Nacional é o 6102 1993 8456 5463 2107.


- Telefonista: Obrigada, Sr. Lacerda. O seu endereço é na Avenida Pais de Barros, 19, Apartamento 11, e o número do seu telefone é o 21549 4236, certo? O telefone do seu escritório na Liberty Seguros, é o 21 574 52 30 e o seu telemóvel é o 96 266 25 66, correcto?


- Cliente: Como é que conseguiu todas essas informações?


- Telefonista: Porque estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.


- Cliente: Ah, sim, é verdade! Quero encomendar duas Pizzas: uma Quatro Queijos e outra Calabresa...


- Telefonista: Talvez não seja boa ideia...


- Cliente: O quê?

- Telefonista: Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a saúde.


- Cliente: Claro! Tem razão! O que é que sugere?


- Telefonista: Porque é que não experimenta a nossa Pizza Superlight, com Tofu e Rabanetes? O senhor vai adorar!


- Cliente: Como é que sabe que vou adorar?


- Telefonista: O senhor consultou a página 'Receitas Gulosas com Soja' da Biblioteca Municipal, no dia 15 de Janeiro, às 14:27 e permaneceu ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão...


- Cliente: Ok, está bem! Mande-me então duas Pizzas tamanho familiar!


- Telefonista: É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e os vossos quatro filhos, pode ter a certeza.


- Cliente: Quanto é?

- Telefonista: São 49,99.

- Cliente: Quer o número do meu Cartão de Crédito?


- Telefonista: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu Cartão de Crédito foi ultrapassado.


- Cliente: Tudo bem. Posso ir ao Multibanco levantar dinheiro antes que chegue a Pizza.


- Telefonista: Duvido que consiga. A sua Conta de Depósito à Ordem está com o saldo negativo.


- Cliente: Meta-se na sua vida! Mande-me as Pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?


- Telefonista: Estamos um pouco atrasados. Serão entregues em 45 minutos. Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas Pizzas na moto, não é lá muito aconselhável. Além de ser perigoso...


- Cliente: Mas que história é essa? Como é que sabe que eu vou de moto?


- Telefonista: Peço desculpa, mas reparei aqui que não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga e então, pensei que fosse utilizá-la.


- Cliente: F.......!!!!!!!!!

- Telefonista: Gostaria de pedir-lhe para não ser mal-educado... É que o senhor já foi condenado em Julho de 2006 por desacato em público a um Agente da Autoridade


- Cliente: (Silêncio).

- Telefonista: Mais alguma coisa?


- Cliente: Não. É só isso... Não. Espere... Não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.


- Telefonista: O regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 095423/12, proíbe a venda de bebidas com açúcar a pessoas diabéticas...


- Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou atirar-me pela janela!!!!!


- Telefonista: E torcer um pé? O senhor mora no rés-do-chão!...

domingo, 26 de junho de 2011

Lição de economia



1. Se em Janeiro de 2007 tinha 1.000 € investidos em acções do Royal Bank of Scotland, um dos maiores bancos do Reino Unido, hoje teria 29 €!



2. Se em Janeiro de 2007 tinha 1.000 € investidos em acções do Fortis, outro gigante bancário, hoje teria 39 €!


3. Agora, se em Janeiro de 2007 gastou 1000 € em bom vinho tinto (de vinho, e não acções),
tivesse bebido todo o vinho e vendido as garrafas vazias, hoje teria 46 €!



Conclusão: No cenário Económico actual, é melhor esperar sentado bebendo um bom vinho.


E lembre-se que quem bebe vinho, VIVE MENOS:


• Menos triste.
• Menos deprimido.
• Menos tenso.
• Menos cansado com a vida.
• Menos doente do coração.


Pense sobre isto!

ACORDO ORTOGRÁFICO NÃO!


Carta aberta ao Primeiro-Ministro, ao Ministro dos Negócios Estrangeiros e ao Ministro da Educação


PELA SUSPENSÃO IMEDIATA DO ACORDO ORTOGRÁFICO

Senhor Primeiro-Ministro

Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros

Senhor Ministro da Educação, do Ensino Superior e da Ciência


1. O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AO) foi aprovado em 1990 pelo Parlamento e ratificado pelo Presidente da República em 91, sendo mera adaptação do Acordo de 86, abandonado por força da reacção da opinião pública portuguesa. Ao contrário do AO de 86, que teve divulgação nos meios de comunicação portugueses, a redacção e tramitação do AO de 90 ocorreram discretamente, longe do olhar e escrutínio público dos portugueses.

2. Enquanto reforma ortográfica, o AO é um desastre: não assenta em nenhum consenso alargado, não foi objecto de discussão pública, não resulta do trabalho de especialistas competentes (a julgar pelas imprecisões, erros e inconsistências que contém e pelos problemas que cria) e vem minar, pela introdução generalizada e irrestrita de facultatividades ortográficas, a própria noção de ortografia. Tudo isto foi devidamente apontado por intelectuais e linguistas portugueses ao longo dos últimos 20 anos em pareceres, artigos e livros ignorados pelas entidades responsáveis. O único parecer favorável (assinado em 2005 por um dos co-autores do AO!) é o da Academia das Ciências, instituição que patrocinou a criação do acordo.


3. Os vícios do AO enquanto instrumento jurídico configuram mentiras gritantes vertidas em lei. No preâmbulo diz-se que «o texto do Acordo que ora se aprova resulta de um aprofundado debate nos países signatários»; deste debate não há vestígio nem se conhece menção. A Nota Explicativa do AO refere estudos prévios dos quais não há registo, apresenta argumentos sem sustentação científica sobre o impacto do AO no vocabulário português (baseados numa lista desconhecida de 110 000 palavras e ignorando a importância de termos complexos, formas flexionadas de nomes e verbos e índice de frequência das palavras) e “explica” de forma confusa os aspectos mais controversos da reforma, p. ex. a consagração, como expediente de “unificação ortográfica”, de divergências luso-brasileiras inultrapassáveis com o estatuto de grafias facultativas. Algumas dessas divergências existiam antes do AO (‘fato’ ~ ‘facto’, ‘ação’ ~ ‘acção’, ‘cômodo’ ~ ‘cómodo’, ‘prêmio’ ~ ‘prémio’, ‘averígua’ ~ ‘averigua’, etc.); outras são criadas pelo próprio AO (‘decepção’ ~ ‘deceção’, ‘espectador’ ~ ‘espetador’, ‘falamos ~ ‘falámos’, ‘Filosofia’ ~ ‘filosofia’, ‘cor-de-rosa’ ~ ‘cor de laranja’, etc.). Pelo AO a palavra ‘decepcionámos’ (e outras similares) passaria a escrever-se correctamente em todos os países lusófonos de quatro maneiras diferentes (‘decepcionámos’, ‘dececionámos’, ‘decepcionamos’, ‘dececionamos’). O termo ‘Electrotecnia e Electrónica’ (designação de curso, disciplina e área do saber) poderia ser escrito de 32 maneiras diferentes, sem que o AO ofereça qualquer critério normativo. Sendo um tratado entre oito estados soberanos que reivindicam uma matriz cultural partilhada, o AO deveria ter concitado aceitação plena de (e em) todos os países signatários. Tal não aconteceu, o que, 21 anos após a sua assinatura, é prova dos problemas por ele criados.


4. Da VI Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da CPLP de 2010 resultou a Resolução sobre o Plano de Ação de Brasília para a Promoção, a Difusão e a Projeção da Língua Portuguesa, com a seguinte recomendação (III.5): «Nos pontos em que o Acordo admite grafias facultativas, é recomendável que a opção por uma delas, a ser feita pelos órgãos nacionais competentes, siga a tradição ortográfica vigente em cada Estado Membro, a qual deve ser reconhecida e considerada válida em todos os sistemas educativos.» Esta recomendação destitui, por si só, o AO de qualquer fundamento: como se pode defender simultaneamente um acordo que pretende unificar as tradições ortográficas vigentes nos Estados signatários através de facultatividades gráficas, e, ao mesmo tempo, propor-se que o problema das grafias facultativas se resolva pelo reconhecimento oficial de tradições ortográficas divergentes, logo, não unificadas?

5. Ninguém conhece as consequências reais do AO na sociedade portuguesa, pois nenhum estudo de avaliação de impacto foi feito e ninguém sabe estimar os custos da sua aplicação —que não serão só de ordem financeira— pois não há estudos de avaliação custo/benefício. Se os grandes projectos de Estado exigem a realização de estudos preparatórios —recorde-se que o aeroporto da Ota foi, após 30 anos de indecisão, abandonado por causa de um estudo técnico—, como se pode exigir menos relativamente à língua portuguesa escrita? A Lei de Bases de Protecção do Património Cultural inclui no conceito e âmbito do património cultural a língua portuguesa, nestes termos: «enquanto fundamento da soberania nacional, é um elemento essencial do património cultural português.» (art.º 2.º, n.º 2). É menos importante a estabilidade de um ‘fundamento da soberania nacional’ do que um aeroporto?

6. Que o Estado português se proponha adoptar o AO sem um vocabulário normativo que não seja o vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa estipulado pelo art.º 2.º do AO (violando assim um tratado que assinou e ratificou) revela apenas a ligeireza com que esta matéria tem sido tratada e a incontrolada flexibilidade da aplicação prática do AO. Afinal, nenhum tratado internacional pode ficar sujeito a interpretações locais ou aplicações de carácter regional ou nacional.

7. O domínio da ortografia, sabe-se hoje, faz parte intrínseca da competência linguística dos falantes; não é simples “roupagem gráfica” da língua. E, como é reconhecido não só por académicos mas por instituições internacionais como, p. ex., a OCDE no relatório PISA 2003, a literacia —pedra angular da aquisição de todos os saberes formais e de todo e qualquer processo de aprendizagem escolar— pressupõe (em termos linguísticos estritos) o domínio de uma ortografia codificada estável, para além de um vasto conhecimento vocabular, gramatical e fonético.

8. O AO não serve o fim a que se destina —a unificação ortográfica da língua portuguesa— e assenta no pressuposto falacioso de que a unificação ortográfica supriria as diferenças já antigas entre português europeu e português do Brasil, de ordem fonológica, lexical e sintáctica. Mesmo que a unificação a 100% fosse possível (e o AO reconhece que não é), escrever de igual forma dos dois lados do Atlântico não assegura a compreensão mútua daquilo que é (cada vez mais) diferente e divergente.

9. Por atentar contra a estabilidade ortográfica em Portugal e integridade da língua portuguesa, o AO atenta contra o progresso e desenvolvimento do povo português em época particularmente difícil da sua História.


10. O AO é um erro monstruoso que VV. EE. têm o poder de corrigir, suspendendo a sua aplicação.



João Roque Dias, Tradutor Certificado pela Associação Americana de Tradutores *

António Emiliano, Professor de Linguística da UNL, autor de Fonética do Português Europeu e de Apologia do Desacordo Ortográfico *

Francisco Miguel Valada, Intérprete de Conferência junto das Instituições da UE, autor de Demanda, Deriva, Desastre – Os Três Dês do Acordo Ortográfico *

Maria do Carmo Vieira, Professora de Português e Francês do Ensino Secundário, autora de Ensino do Português

* Administradores do grupo ACORDO ORTOGRÁFICO NÃO! no Facebook

sábado, 25 de junho de 2011

A Mena na cozinha


Ovos rotos na Actifry

ovos
batatas aos palitos
castanhas congeladas
bacon às tiras
salsa picada
sal
pimenta
água

Coloque as batatas, as castanhas e o bacon na actifry, regue com uma colherzinha de azeite e ligue a máquina cerca de 18 minutos.

Enquanto isso, bata os ovos com a salsa picada, temperados com sal e pimenta.

Mexa os ovos num pouco de água. Junte-os ao preparado da actifry e deixe cozinhar mais 2 ou 3 minutos.

Rectifique os temperos e sirva com uma boa salada mista.

Bom apetite!

Coisas giras e perfumadas!

Um marcador para uma excelente leitora, com um murano em forma de coração.

O cheirinho do maridão...

A minha última compra...

Um dos meus perfumes!

Lindo!
O perfume que estou a usar agora!

Quando a comida se transforma em arte!
O cheirinho do meu filhote!

Espectacular!

O cheirinho da minha filhota...

O poder do pepino


Depois de leres isto, nunca mais olharás para o pepino da mesma forma!


1. O PEPINO contém a maior parte das vitaminas que são precisas diariamente. Só um pepino contém Vitaminas B1, B2, B3, B5, B6, C, Ácido Fólico, Cálcio, Ferro, Magnésio, Fósforo, Potássio e Zinco.


2. Sentes-te cansado à tarde, dispensa a cafeína e come um pepino. O Pepino é uma óptima fonte de Vitaminas B e Carbonatos que fornecem aquela ''genica'' que dura horas.


3. Farto de ver o espelho da casa de banho embaciado, depois do banho?

Tenta esfregar uma rodela de pepino no espelho, isto eliminará a neblina e produzirá uma tenra fragrância como no SPA.


4. As lesmas e os caramujos arruínam as tuas plantas?

Coloca algumas rodelas de pepino num pequeno prato (não de ferro nem de alumínio), na tua horta ou jardim, e eles desaparecerão.


5. Procuras uma rápida e fácil forma de remover celulite antes de ir à piscina ou à praia?

Tenta esfregar uma rodela ou duas de pepino nas áreas afectadas por alguns minutos, os fito-químicos do pepino forçam o colageno da tua pele a encolher, firmando a camada de fora e reduzindo a visibilidade da celulite. Funciona optimamente para as rugas também!


6. Desejas evitar uma ressaca ou dor de cabeça?

Come algumas fatias de pepino antes de dormir e acordarás sem dor e sem ressaca. Os Pepinos contêm bastante açúcar, Vitaminas B e electrolises para repor os nutrientes essenciais que o corpo perde, mantendo tudo em equilíbrio, evitando ambos a ressaca e a dor de cabeça!


7. Queres evitar aquela fome à tarde ou à noitinha?

Os pepinos têm sido usados desde sempre por caçadores europeus, exploradores e comerciantes como uma rápida refeição, evitando a fome.


8. Vais a uma entrevista de emprego e não tiveste tempo para engraxar os sapatos?

Esfrega uma fatia fresca de pepino nos sapatos, estes ficarão com um brilho durável e impermeável.


9. Não tens em casa o WD-40 para consertar aquele barulhinho horroroso da porta a ranger?

Pega numa rodela de pepino e esfrega no sítio problemático... e o rangido foi-se!



10. Cansado, stressado e sem tempo para uma massagem facial ou visita ao SPA?

Corta um pepino às rodelas e coloca-as numa panela de água a ferver. Os químicos e nutrientes do pepino reagem com a água a 100º e soltam-se no vapor, criando um relaxante cheirinho que reduz o stress (testado em jovens mães e em estudantes em tempo de exames finais.).


11. Acabaste de almoçar e não tens "chewing gum" ou rebuçados de hortelã?

Pega numa fatia de pepino e espreme-o para a boca, mantendo o sumo cerca de 30 segundos na boca para eliminar o sabor da comida, os fito-químicos matarão as bactérias responsáveis pelo mau hálito.


12. Procuras algo ''verde'' para limpar as torneiras, pias ou aço inoxidável?

Esfrega uma fatia de pepino na superfície que desejas limpar, isto traz de volta o brilho, não deixa marcas, não mancha nem prejudica as tuas unhas e mãos enquanto limpas.


13. Usas caneta de tinta permanente e cometes um erro?

Pega num a casca de pepino (o lado de fora) e devagar usa-a para apagar o erro. Também funciona muito bem nos riscos de lápis que as crianças deixam nas paredes!