segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Imagine!

O Carnaval na escola foi tímido e passou quase despercebido!





Imagine!


Imagine que vai a uma repartição pública tratar de um documento, na sua hora de almoço, e encontra uma bicha enorme, porque há apenas um funcionário a atender. O outro, acabado de vir do almoço, não está ainda no seu local de trabalho, porque foi fumar um cigarrinho que cai sempre bem em cima da bica… Imagine que foi fazer análises e que, a caminho do estacionamento, decide entrar no café mesmo em frente da escola de um dos seus filhos, para comer alguma coisa, e encontra, muito bem sentadinho, a tomar um farto pequeno-almoço, o professor do seu educando que deveria estar na sala de aula… Imagine que tem de dar um recado a um colega, bate à porta, ninguém atende, bate de novo e nada… Abre a porta e espreita e vê alunos de pé, em cima das mesas, a comer, enfim… imagine! … E o professor, sentado ao computador, de auscultadores nas orelhas, a ver… imagine! … Emails! … Imagine que vai efectuar o pagamento de um qualquer serviço, à segunda-feira, e que as funcionárias se encontrem na conversa, a contar o seu belíssimo fim-de-semana e o ignorem por completo, ao ponto de ter de lhes chamar a atenção… e que lhe respondam um espere lá, não vê que estamos ocupadas…

Imagine que chega a casa, prega um valente raspanete ao seu filho, porque não lhe disse que não tinha tido aula e não lhe disse o que fez nos 90 minutos em que não teve aula… e ele que sim, que teve as aulas todas… E o caro leitor que não é verdade, que estás a mentir, que viu o professor no café, descansado a tomar o pequeno-almoço, que se calhar também foi fazer análises… E o seu filho, que teve aula sim senhor, que o professor é que desapareceu da sala, que ia buscar o livro de ponto, que nunca mais aparecia… E o querido leitor, perdendo já a paciência, mas que estás para aí a dizer? O professor não estava com os alunos na aula? Saiu? Estava no café? Não pode ser, não acredito! … E o seu filho que ele não estava na sala, que não sabia onde é que ele estava, que o caro leitor é que disse que o viu no café, que ele sai durante todas as aulas com as mais variadas desculpas: para falar com um professor, para ir buscar o livro de ponto… mas, todos sabemos que ele vai fumar e, pelos vistos, vai também tomar o pequeno-almoço... Imagine que este professor se queixa dos alunos, que não fazem nada, que só desenham, que são barulhentos, que são trinta, que já fez as contas e tem apenas três minutos para despender com cada um (mas muitos para ir fumar ou para fazer outras coisas longe da sala de aula onde deveria estar!), que tem uma taxa de insucesso elevadíssima, que vai passar apenas um terço dos alunos, mas que tem a consciência tranquila e que pode dormir descansado, porque não tem a culpa se os alunos não trabalham nem têm sucesso na sua disciplina…

Imagine que houve uma reunião com professores, representantes dos pais, representantes dos alunos e que todos, mas todos mesmo, sabendo como são as aulas do tal professor, se calaram, ninguém foi capaz de dizer nada… Imagine! … O medo instaurou-se de tal modo nas pessoas, que as deixa de pés e mãos atados. É medo de ser tomado de ponta, é medo porque a pessoa em questão é amicíssimo do director, é medo porque somos novos nestes meandros de corrupção e temos medo de falar, é medo porque a pessoa pertence ao partido do governo e ninguém lhe toca, é medo, é medo, é medo… O medo está tomando conta das pessoas e eu tenho medo, que mais tarde ou mais cedo, o povo, cansado de tanta injustiça, tanta corrupção, tanta falta de profissionalismo, tanta incompetência, tome medidas drásticas… que mais uma vez recairão sobre os mais fracos e indefesos, porque os nossos maus governantes e os seus comparsas escaparão, como sempre, ilesos…



Introdução à lírica camoniana


A época de Camões


Camões, poeta da século XVI, foi indubitavelmente marcado pelo Renascimento. Por isso, importa conhecer a época em que viveu, uma época de descobertas do mundo novo, mas também do mundo antigo e do próprio homem.

Este século, caracterizado por uma grande viragem no pensamento humano, é marcado por três grandes movimentos culturais: o Humanismo, o Renascimento e o Classicismo.


A Mena na cozinha

Pudim de maçã

1 colher de sopa de farinha maizena

6 ovos

250g de açúcar

5 dl de leite

1 kg de maçãs reinetas

casca de limão

pau de canela

canela em pó

geleia (facultativo)


Ponha o leite ao lume com uma casquinha de limão e um pau de canela. Deixe fervilhar um pouco. Entretanto, descasque as maçãs, limpe-as do caroço, corte-as em fatias e disponha-as num pirex, untado com margarina, às camadas. Cada camada deve ser polvilhada com canela.

Misture a farinha com o açúcar e misture-lhe os ovos. Acrescente o leite com cuidado e vá mexendo sempre.

Quando estiver bem misturado, passe esta mistura por um passador e deite por cima das maçãs. Leve a cozer em forno moderado.

Retire, deixe arrefecer e sirva frio. Se gostar, pode pincelar o pudim ao de leve com geleia.

Delicie-se!


Trabalhinhos:


Mala, carteira e agenda

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Sem coração!

Cá estão os corações! Que tal? O móbil ficou giro, não ficou? Foi a Regina quem ganhou o desafio! Vou proceder ao envio do seu presentinho. Parabéns, Regina!


Vale a pena ler!

A revolta do Presidente da AMI


Dr. Fernando Nobre

"Temos 40% de pobres"


III Congresso Nacional de Economistas


O presidente da AMI, Fernando Nobre, criticou hoje a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou "completamente intolerável" que exista quem viva "com pensões de 300 ou menos euros por mês", e questionou toda a plateia se "acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?"

Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes, Fernando Nobre disse que não podia tolerar "que exista quem viva com 450 euros por mês", apontando que se sente envergonhado com "as nossas reformas".

"Os números dizem 18% de pobres... Não me venham com isso. Não entram nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforço e outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha..." disse ainda.

"Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir.... algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a esperança e estão à procura de novos horizontes... e com razão", salientou Fernando Nobre.

O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que "pensem mais do que dois minutos em tudo isto". Para Fernando Nobre "não é justo que alguém chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma", criticou, garantindo que a sociedade "não vai aceitar que tudo fique na mesma".

No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia de Mello Breyner. "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado", citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: "Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais".

Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que "acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros... Não é um Estado viável! Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis".





O requerimento


O requerimento é um documento que visa fazer um pedido ou uma solicitação a uma entidade oficial, da justiça ou da administração. Deve haver um apoio legal a sustentar a solicitação feita.


Estrutura do requerimento



- Invocação

(com indicação do cargo ou função da autoridade destinatária)


Ex.: Excelentíssimo Senhor Presidente, Digníssimo Senhor Reitor



- Introdução

Informações essenciais: identificação do requerente (nome, estado civil, morada, profissão, nacionalidade, n.º BI, etc.)



- Texto Principal


· Exposição (motivos da petição)

Utilização de fórmulas como “Recorda”, “Faz saber”, “Informa”.


·Petição (pedido elaborado de forma clara e concisa)

Utilização de fórmulas como “Vem por este meio requerer que...”.


·Fundamentação da solicitação (recurso a leis, decretos, etc.).



- Fecho


·Fórmulas de fecho (“Pede deferimento”, “Aguarda deferimento”, “Nestes termos”, etc.).


·Data.


·Assinatura do requerente ou do seu representante legal.




A Mena na cozinha

Ovos rotos com cenoura

150 g de bacon
6 ovos
1 dente de alho
1 colher de azeite
sal
pimenta
cenoura ralada
cogumelos laminados
batatas fritas (palitos)
queijo ralado

Coloque as batatas as fritar em azeite.
Leve o alho picado a alourar no azeite (não deixe fritar), Junte o bacon em tirinhas e deixe alourar. Adicione os cogumelos e tempere. Adicione os ovos e vá mexendo. Junte a cenoura ralada e envolva. Finalmente, acrescente as batatas fritas, envolvendo bem.

Salpique com queijo ralado e sirva.
Bom apetite!



Trabalhinhos:


Corações