segunda-feira, 19 de maio de 2008

"A realidade não precisa de mim"

Quando vier a Primavera

Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.

Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma

Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.

Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.

Alberto Caeiro



Pudim Maravilha

1/2 l de leite
6 ovos
8 folhas de gelatina vermelha
250 g de açúcar

Para o creme:

1 lata de leite condensado cozido
2 ovos

Derretem-se as folhas de gelatina num pouco de leite quente. Ferve-se o leite restante e deita-se-lhe a gelatina já desfeita. Batem-se as gemas com o açúcar e junta-se ao preparado anterior. Vai ao lume até ferver. Deixa-se arrefecer um pouco. Batem-se as claras em castelo e junta-se ao creme que se fez ao lume. Deita-se numa forma untada com um pouco de óleo ou azeite e coloca-se no frigorífico.

Creme:
Abre-se a lata de leite condensado, deita-se o seu conteúdo numa tigela e mexe-se ligeiramente. À parte batem-se as gemas e juntam-se, depois, ao leite condensado. Por fim, adicionam-se as claras em castelo, envolvendo sem bater.

Desenforma-se o pudim e deita-se o creme por cima.

Este pudim é muito apreciado pelas crianças e não só... Costumo fazê-lo para as festas de anos dos meus filhotes. Experimentem e, depois, digam se foi ou não um sucesso!

Para descontrair:

Albert Einstein e seu motorista

Einstein, que descobriu a teoria da relatividade, era descendente de um judeu alemão. Ele foi para os Estados Unidos como exilado e viveu na parte Nordeste. Um dia, ele foi convidado para falar numa das universidades de Washington. Quando Einstein disse ao seu motorista que estava muito cansado para dar a aula, o motorista, que se chamava Cole, respondeu:
- Professor, se o senhor está cansado, descanse hoje e eu darei a aula por si.
- Como é que vai dar a aula sobre esta matéria? Além do mais, muitos professores de universidades de prestígio em Washington estarão presentes.
- Professor, eu tenho assistido às suas aulas tantas vezes que posso substitui-lo e não haverá problema com os professores universitários, eles não o conhecem!
Quando chegaram a Washington, Einstein e Cole mudaram de roupa e Einstein sentou-se no lugar do motorista.
Na universidades, durante uma hora e meia, Cole apresentou a aula sem cometer qualquer erro. Mas o problema foi depois da aula, quando uma pessoa lhe perguntou:
- Por favor, explique-me detalhadamente como isto se desenvolve, eu não consegui entender claramente.
Naquele momento, Cole deu um murro na mesa e disse:
- Em que universidade o senhor lecciona? Está a perguntar-me isso porque realmente não sabe?
O professor acenou com a cabeça afirmativamente. Cole disse-lhe:
- A esta questão até o meu motorista sabe responder.
Cole chamou Einstein:
- Hei, porque não explica isto ao professor?
Então, Einstein subiu para o estrado e explicou. A audiência ficou num silêncio mortal. Depois da explicação, Cole perguntou se havia mais alguma pergunta, mas ninguém mais se manifestou. Cole não precisava de se preocupar, mesmo que houvesse mais alguma questão, o motorista poderia explicar.

Para ouvir

Mimo

Este miminho veio da sweetie Mafalda. Muito obrigada, minha querida! És uma boa amiga.


E como eu gosto muito de todas as minhas amigas blogueiras, ofereço-o a todas. Beijocas!


Mais alguns trabalhitos da colecção que vos apresentei na sessão anterior:





sexta-feira, 16 de maio de 2008

Arroz do céu

Proposta de leitura:

Arroz do céu

«Arroz do Céu» é um conto de José Rodrigues Miguéis que retrata a vida de um imigrante de leste, dos países Bálticos (Estónia ou Lituânia), muito pobre, com seis ou sete filhos, a viver nos EUA e a trabalhar no subway (Metropolitano). Ele considera este emprego muito melhor que os anteriores, porque não precisa de falar inglês, que mal entende, e, como veremos no final, lhe permite sustentar a família com o arroz que cai pelos respiradouros do metropolitano, desperdiçado no Uptown (a parte rica da cidade de Nova Iorque) e que ele apanha do chão “imundo e viscoso”.

Este conto, escrito em 1962 por alguém que viveu nos EUA, versa o problema das minorias étnicas (os imigrantes). A personagem principal não tem um nome próprio que a individualize como ser humano e cidadão integrado, conhecemo-la ao longo da história pela sua profissão: “o Limpa-vias trabalhava há muitos anos no subway”. O mundo do protagonista é um mundo à parte. O Uptown é caracterizado como sendo “chique a paróquia e imponente a igreja (…) onde o arroz chove às cabazadas em cima dos noivos; (…) arroz alvo, carolino de primeira”. O Limpa-vias “Desconhecia os ritos e as elegâncias”: no seu casamento não tinha havido arroz de espécie nenhuma, nem de galinha, nem cru. Por isso, ele nunca imaginou que o arroz provinha dos casamentos que se celebravam à superfície. Para ele, o arroz que caía pelos respiradouros “vinha do céu, como a chuva, a neve, o sol e o raio”, era uma dádiva de Deus. “Deus, lá no Alto, pensava no Limpa-vias, tão pobre e calado, e mandava-lhe aquele maná para encher a barriga aos filhos.”
As relações unidireccionais são evidentes, a personagem desconhece por completo o tipo de vida das pessoas que vivem no Uptown, um mundo completamente oposto ao seu. A grande diferença entre estes dois mundos reside na “…claridade (…) voragem empolgante das ruas” (o mundo dos outros) e na obscuridade “parede negra (…) floresta subterrânea” (o mundo do Limpa-vias). O mundo dos outros, símbolo de alegria e de divertimento, onde o arroz é visto como “grande estrago de alegria” e até como ”desperdício». Este desperdício é aproveitado pelo Limpa-vias que, com ele, sustenta a sua família. As relações de dominação, de isolamento, de ausência de partilha, de falta de solidariedade e de conhecimentos são enfatizadas na frase final do conto: “O céu do Limpa-vias é a rua que os outros pisam”. Para o Limpa-vias, o Uptown simboliza o Céu, pois é de lá que cai o arroz. Para os outros, é apenas o chão que pisam diariamente sem se aperceberem. Esta visão diferente do Uptown e o significado que ele tem quer para o Limpa-vias quer para os outros, reforçam uma vez mais a ideia de que se trata de um mundo ao qual ele não tem acesso. Esta frase final é profundamente irónica, dando a entender que há um Céu para os ricos e outro Céu (muito mais baixo) para os pobres.

Este conto é estudado no 7.º ano e é a partir dele que pretendemos chamar a atenção dos alunos para a actualidade da problemática das minorias étnicas, dos problemas que têm surgido em Portugal, pois o nosso País é hoje não só uma terra de emigrantes, mas também de imigrantes. A partir desta história, procuramos também sensibilizá-los para a importância de valores como a partilha, a solidariedade, a amizade, o respeito, a responsabilidade, a compreensão, a justiça, a honestidade, a igualdade e a cooperação.



Um pouco de música:

Um poema:

"Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
e eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os meus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.

Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus."

Eugénio de Andrade


Uma receita deliciosa:

Pataniscas de atum

2 latas de atum
1 cebola picada
200g de farinha de trigo
1 colher de sopa de azeite
0,5dl de água
3 ovos
salsa picadinha
azeite ou óleo para fritar
sal

Deita-se a farinha numa tigela, abre-se uma cavidade no meio e deita-se o azeite, o sal e os ovos. Começa-se a mexer no centro com uma colher de pau até envolver toda a farinha. Depois, sem parar de mexer, junta-se a água em fio até se obter uma massa leve.
Junta-se o atum desfiado, a salsa e a cebola picadas. Mexe-se tudo muito bem. Deita-se azeite ou óleo numa frigideira e deixa-se aquecer.
Com uma colher de sopa, colocam-se porções separadas e viram-se logo que fiquem douradas. Quando estiverem douradinhas dos dois lados, retiram-se da frigideira e colocam-se sobre papel absorvente para tirar o excesso de azeite. Depois de bem escorridinhas, enfeitam-se com um raminho de salsa. Servem-se com arroz branco ou de tomate.


Um mimo e um desafio:

Este mimo veio do cantinho da Siry

Hoje, quero dar um mimo a todos os meus visitantes, principalmente àqueles que passam por aqui e que deixam sempre um comentário.
Este mimo é para ti, recebe-o com muito carinho da
Mena


Recebi o seguinte desafio da Chocolate e da Maiu , cujo objectivo é dar a minha opinião sobre vários assuntos e depois indicar 7 amigas para que possam participar e levar o miminho com elas.

1 - Vida – uma dádiva (só temos uma oportunidade, logo não podemos desperdiçá-la).
2 - Amor – é eterno, enquanto durar!
3 - Casamento – Para sempre (por isso há que escolher o companheiro ideal).
4 - Família - os alicerces da minha vida!
5- Dinheiro – não dá a felicidade, mas ajuda!
6 - Homem - o meu filho, o meu pai e o meu marido!
7 - Mulher – a minha filha e a minha mãe
8 - Desejo – saúde, saúde e saúde (se tiver saúde, poderei conquistar o resto).
9 - Sucesso - para mim, para os meus, para todos!
10 - Profissão – professora
11 - Saúde – a melhor coisa que podemos ter
12 - Internet - uma ferramenta de trabalho muito útil, uma forma de comunicar, uma ligação ao mundo…
13 - Presente – há que vivê-lo da melhor forma!
14 - Passado – não se pode mudar, mas forneceu-nos as bases para o presente e pode comprometer o futuro.
15 - Futuro – a Deus pertence, mas não podemos esquecer que Ele disse: “Faz e eu ajudar-te-ei”.
16 - Política – descrédito total.
17 - Brasil – país irmão.
18 - Sexo – sem amor não tem sentido.
19 - Arte - uma óptima terapia!
20 - Opinião acerca do desafio em questão – interessante, porque me fez pensar um bocadinho em certas coisas.

E agora vou passar este desafio a 7 meninas:

Diana

Sweetie

Chocolate

Lucinda

Cassilda

Habiba

Malu


Trabalhinhos:








quarta-feira, 14 de maio de 2008

CCC - Caldas da Rainha

15 de Maio – Feriado Municipal

Já vos mostrei e falei de Caldas da Rainha, a linda cidade termal que me viu nascer. Agora, estou aqui, de novo, para vos dar a conhecer o Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha.


Caldas da Rainha vai entrar no circuito dos grandes espectáculos do país. Com a inauguração do CCC, prevista para amanhã, dia 15 de Maio, vamos ter animação constante nesta cidade cultural, com espectáculos e vários eventos durante todo o ano.
O grande auditório permite a realização de concertos tradicionais, pois possui um dos maiores palcos do país (600 metros quadrados), mas possibilita também a criação de um espaço multifuncional, semelhante às arenas de circo.
A sala pode ser ainda transformada num espaço mais pequeno, com bancadas amovíveis que podem ser substituídas por um palco central. O espaço pode ser também readaptado facilmente para congressos ou conferências.
Uma das novidades técnicas deste grande auditório é a possibilidade dos actores utilizarem, para ensaios, uma sala contígua com as medidas exactas do palco. Assim, as "marcações (das peças) podem ser ensaiadas sem prejudicar as actividades normais" do CCC.
Além desta sala, com capacidade máxima para 800 pessoas sentadas, existem outros espaços multifuncionais que permitem acolher outros eventos, como um café-teatro com palco e um pequeno auditório, com uma bancada retráctil que permite criar uma zona ampla para "concertos, performances artísticas e projectos multidisciplinares".
O CCC conta ainda com uma galeria de arte que exporá colecções temporárias, devendo abrir ao público com fotos da colecção Berardo, numa exposição intitulada "Rosto e Identidade".
Trata-se de uma casa única em Portugal e o país passa a ter mais um centro cultural para acolher grandes eventos.
Com o CCC, Caldas da Rainha passará a integrar o calendário dos grandes acontecimentos culturais do país, colocando a zona Oeste na "rota nacional e internacional" da cultura.

Podem ver aqui os espectáculos que irão decorrer no CCC durante este mês.
Um cheirinho do espectáculo pirotécnico, um espectáculo de luz e de cor.
Uma visita ao Museu da Cerâmica, onde podem ver peças únicas, de uma beleza ímpar de Rafael Bordalo Pinheiro.

Uma voltinha pelo Parque D. Carlos I, um jardim lindíssimo, cheio de plantas e flores muito bem tratadas. Encontra-se também neste recinto um agradável café com esplanada, um Jardim Infantil para delírio da pequenada, um lago povoado de peixinhos , de patos e de cisnes... A mata do Parque com árvores frondosas e de grande porte...
Deixo-vos uma sugestão: um passeio a Caldas da Rainha, cidade de contrastes, de cultura, de artesanato, de doçaria tradicional, de boa gastronomia, de lazer...









A visitante 10001 foi a Maiu, cá está a prova que ela me enviou. Pois é, foi ela quem ganhou um presentinho mym. Já agora, aproveito para dizer que o presente já vai a caminho. Espero que a Maiu goste do que lhe preparei.


Miminho

Recebi este miminho da Linita a quem agradeço. Agora vou passar às meninas que me visitam e que me deixam comentários sempre muito gentis.

Teste

Resultado: 14 pontos

Raras pessoas têm uma capacidade de auto controlar-se como você. Seu equilíbrio emocional é a prova de qualquer coisa e raramente, ou nunca, você perde a cabeça. Parabéns por esta capacidade de auto equilíbrio. Pessoas como você dominam as situações mais adversas e geram paz em qualquer ambiente. Enquanto todos estão perdendo o controle, você se mantém tranquilo (a) como um lago sereno. Provavelmente você é uma pessoa realista, que encara os fatos com naturalidade, e esta é a maneira mais inteligente de viver.

Teste Seus Nervos

Oferecimento: InterNey.Net


E aqui ficam mais uns trabalhinhos, espero que gostem!





Fiquem bem!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Tudo e coisa nenhuma

Hoje decidi escrever sobre coisas e loisas, isto é, nada de especial, nenhum tema em concreto. Tenho resmas de testes para corrigir e não tenho tempo para pensar, nem para escrever muito. Penso sempre, hoje vou escrever um texto breve, mas o que acontece é que me perco completamente e as palavras correm como um rio desenfreado que galga muitas vezes as margens. A verdade é que ainda ninguém reclamou pelo tamanho dos textos, graças a Deus que as minhas amigas leitoras são pacientes e gostam de ler... Sendo assim, hoje vou apresentar banalidades! Nada muito sério! Alguma cultura apenas!


Começamos primeiro pela cultura!

Falar verdade a mentir - Reportagem


"Asas" - poema de Almeida Garrett



Agora um pouco de música!

"Mentira"


Segue-se um desafio vindo do blogue desta menina



1. Sonho com um corpinho... Não sonho, já o tenho! Estou satisfeita com o que Deus me deu. O maridão não se queixa, logo está tão satisfeito como eu!
2. Sonho com uma viagem... ao Japão.
3. Sonho com um príncipe...
Todas sonhamos, não é? Mas eu já tenho o meu príncipe!
4. Sonho com uma família...
já tenho uma família maravilhosa, muito unida. No seu seio há muito amor, compreensão…

5. Sonho com uma festa... enorme com toda a família: os mais chegados e os mais afastados. Seria um convívio entre várias gerações para recordarmos tempos passados e para ouvirmos histórias antigas, protagonizados pelos avôs, avós, tios, tias… Uma, talvez já dia vinte, no centésimo aniversário do meu avô.

6. Sonho com uma grana... para ajudar os mais necessitados, ajudar instituições. Tornar este “mundo” menos pobre, onde não encontrasse crianças famintas, descalças e sem amor.
7. Sonho em fazer amor... no mar...
8. Sonho com um Portugal... melhor, sem pobreza, com trabalho para todos, mais justo, sem corrupção…

9. Sonho em ajudar... todos os que precisam.
10. O sonho mais maluco que já tive...
voar e conhecer o mundo, voando de terra em terra.


Passo a:
Todos os que quiserem responder a este desafio!


Duas receitinhas deliciosas:

Bacalhau na cataplana

4 postas de bacalhau
um ramo de coentros
3 ou 4 dentes de alho
1 malagueta grande
sal (se necessário)
pimenta
farinha
azeite

Faço este bacalhau para acompanhar batatinhas assadas no forno (batatinhas a murro). Lavam-se as batatinhas novas e dá-se-lhe um golpe para assarem mais depressa.
Vão ao forno a 200º.
O bacalhau deve ser demolhado, de um dia para o outro.
Coloca-se o bacalhau em cima de uma toalha para ficar bem sequinho. Em seguida, envolve-se em farinha e frita-se em azeite, deve ficar lourinho, mas não muito. Entretanto, numa cataplana, wok com tampa ou pirex com tampa, faz-se uma cama com uma malagueta das grandes cortada ao meio, um ramo de coentros e alhos esmagados. Coloca-se por cima azeite suficiente que servirá depois para temperar as batatinhas assadas e por cima dispõem-se as postas de bacalhau. Se o bacalhau estiver completamente insonso, põe-se uma pitada de sal e um pouco de pimenta. Vai a lume brando cerca de 25 minutos e, de vez em quando, abana-se o recipiente para que não se pegue nada ao fundo da cataplana.


Bacalhau com leite de coco

4 postas de bacalhau
1 lata de leite de coco
2 cebolas
2 tomates maduros
uma malagueta grande
3 dentes de alho
1 folha de louro
azeite
sal
pimenta

Faz-se um refogado em azeite com a cebola, os alhos e o tomate picados. Junta-se o louro e a malagueta às rodelas pequenas. Deixa-se apurar um pouco. Seguidamente, vai-se deitando o leite de coco a pouco e pouco, envolvendo tudo muito bem. Junta-se o bacalhau, rectifica-se o sal, põe-se uma pitada de pimenta, tapa-se e deixa-se cozinhar durante 25 minutos.
Serve-se com batatinhas cozidas cortadas às rodelas.

Your Mind is Blue

Of all the mind types, yours is the most mellow.

You tend to be in a meditative state most of the time. You don't try to think away your troubles.

Your thoughts are realistic, fresh, and honest. You truly see things as how they are.


You tend to spend a lot of time thinking about your friends, your surroundings, and your life.

Para reflectir...

Um velho índio descreveu certa vez seus conflitos internos:
- Dentro de mim existem dois cachorros, um deles é cruel e mau, o outro é muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando...
Quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, reflectiu e respondeu:
- Aquele que eu alimentar.


"Nesta vida temos três professores importantes: o 'Momento Feliz', o 'Momento Triste' e o 'Momento Difícil'.
O 'Momento Feliz' mostra o que não precisamos mudar.
O 'Momento Triste' mostra o que precisamos mudar.
O 'Momento Difícil' mostra que somos capazes de superar."

"Viva o HOJE intensamente, porque o ontem já passou,
e o a manhã pode ser que nunca chegue!"


Finalmente, para descontrair

Conselhos de mãe

- Deixa de jogar à bola todo o dia e vá estudar para você ter um futuro.
(Mãe do Ronaldinho)

- Pare de gritar o dia todo.
(Mãe do Luciano Pavarotti)

- Deixa de brincar com estas maquininhas ou nunca terá nada na vida.
(Mãe do Bill Gates)

- É a última vez que rabiscas o tecto do banheiro.
(Mãe do Michelangelo)

- Pare de batucar na mesa. Já estou cansada desses ruídos.
(Mãe do Samuel Morse)

- Fica quieto de uma vez! Daqui a pouco vai querer dançar na parede.
(Mãe do Fred Astaire)

- Nada de igualdades. Eu sou sua mãe e você é meu filho.
(Mãe do Karl Max)

- E você pensa que sem estudar, não gostando de trabalhar e bebendo cachaça vai chegar a algum lugar?
(Mãe do Luiz Inácio Lula da Silva)



E, por último, alguns trabalhitos:







Uma óptima semana para todas!