domingo, 13 de setembro de 2009

As aulas estão aí!


Primeiro dia de aulas


Amanhã, todos nos levantaremos mais cedo e assim será até ao final do ano lectivo…


Encontrei este texto aqui! Obrigada, Paulo! Sempre atento!...


E como vale a pena ler o discurso de Obama no primeiro dia de aulas! Aqui fica, então!...


"Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, esteja

m em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.
Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.
A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: "Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro..."
Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.
Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.
No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.
E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.
Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.
Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores - suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores - quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.
No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso.
E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.
Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia.
Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem - se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.
Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.
Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país.
Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem.
Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida - o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família - não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem.
A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro.
E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública.
Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais - centenas de horas a mais - que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade.
E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade.
A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo.
É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno.
Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar - que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.
No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: "Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido."
Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam - temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais.
Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo.
Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem - um pai, um avô ou um professor ou treinador - e peçam-lhe que vos ajude.
E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram - nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.
A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor.
É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros.
Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?
As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes.


Barack Obama


Trabalhinho:


Conjunto de caixa e sabonete: um presente para a L.


A Mena na cozinha


Mousse de amoras silvestres

1 saqueta de gelatina de frutos silvestres
5 ovos
4 colheres de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de farinha maisena
0,5 l de leite
amoras

Dissolva a farinha maisena num pouco de leite, junte-lhe o restante e mexa bem.
Bata as gemas com o açúcar até ficar um creme esbranquiçado (o mais branco possível), adicione ao preparado anterior e leve ao lume a engrossar, sem deixar ferver.
Tire do lume e junte a gelatina, mexendo bem para ficar bem dissolvida. Deixe arrefecer um pouco. Bata as claras em castelo bem firme. Prepare a forma, passando-a por água, sem enxugar.
Lave as amoras e seque-as. Adicione-as ao preparado da gelatina e junte as claras, envolvendo-as, sem bater.
Leve ao frigorífico, na forma, a solidificar.

Desenforme e enfeite com amoras. Delicie-se!

Nota: não pude enfeitar a mousse, porque os meus filhos comeram as amoras todas...

Aqui fica a minha resposta ao desafio da Mary! Espero que gostem!...

Miminho


Este miminho foi-me oferecido por esta menina linda! Aqui fica para quem o quiser levar...


Lindo!

22 comentários:

Mary disse...

Mena, mas que mousse enformada tão floral! Adorei o efeito da forma, as amoras inteiras a sobressair e a cor que lindíssima!
Como sempre, uma sugestão de arraso!
Happy Purple Day!:)

Abelha Maia disse...

Pois é tb usastes a gelatina, quando vi essa receita tb pensai em fazer, ficou uma delicia.
Pois é amanhã tb me levanto mais cedo, e começa a minha labuta de mãe para o meu filho se aplicar mais e procurar o seu caminho nesta vida de estudante.
Bom começo de ano para ti.
Bjssss

artes_romao disse...

oii***
mas que mousse mais apetitosa..
e eu k adoro frutos silvestres.
e mais umas ideias muito importantes no mundo dos estudantes e todos os envolventes.
muita força e saúde p o próximo ano lectivo.
fica bem,jinhos***

Eunice Martins♥ disse...

OLÁ MINHA QUERIDA..

Gosto de voce de graça
gosto de sua companhia
gosto de sua inteligência e humor picante
gosto de sua presença e sorriso.
Gosto dessa nossa amizade
despretensiosa, graciosa
muito bom gostar de voce
um gostar de bem querer.
De me preocupar com seu humor
de desejar sempre seu bem estar
de saber de suas ansiedades
de ouvir seus queixumes.
De me preocupar com suas preocupações
de participar dos seus problemas.
Também gosto de lhe ver bonita
charmosa e bem vestida
Gostoso massagear seu ego
e de enfeitar sua vaidade
sinto orgulho por ser sua amiga
Porque simplesmente gosto de voce.
DESEJO UMA SEMANA MARAVILHOSA, CHEAI DE MUITAS BENÇÕES.
BEIJOS COM CARINHO.

Sonia Facion disse...

Oi Mena!!!

Será que eu estou com email errado, pois eu mandei o endereço.

Vou tentar novamente.

bjks e a mousse está uma delícia!!!!

Sonia

Silvana Nunes .'. disse...

Nossa, essa receita está com uma cara boa e uma cor maravilhosa.
Saudações Florestais !

STA disse...

Ficou tão linda essa mousse enformada...
E deve ser muito refrescante.
Bjs

mfc disse...

Ando a levantar-me cedo há já 3 semanas... cala-te boca!
Adoro frutos silvestres... adoro gelatina... é preciso dizer mais alguma coisa?!

Sabores de Aromas disse...

Amiga Mena!
Ficou excelente,e bem como deve ser delicioso!
Bom começo de ano par ti...
tenho uma amiga que tb já começou as aulas mas porque é privado e já anda com a cabeça ás voltas:) este ano tem o 1º ano....

bjs

Paladares de Festa disse...

A tua gelatina está fantástica, excelente participação!

Aqui por casa já começámos a escolinha dia 2 de Setembro...Este ano estamos na Infantil 1, somos muito crescidos ;)

Um bom resto de dia roxo e uma fantástica semana para vocês.

Sandra G disse...

Tão perfeitinha essa mousse e com uma cor muito bonita.

Uma boa semana.

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

Mena,

Até deu água na boca!

Que seu começo de semana seja abençoado, menina linda.

Rebeca

-

Nile e Richard disse...

Oi Nena,boa noite.
Gostei do seu texto,excelente incentivo para os que estão estudando.
Na minha cidade as aulas foram suspença por causa da gripe espanhola,acredite que até a saude pública fechou...
Adorei o seu mousee de amoras por aqui dá bastante,vou tentar fazer depois te conto.
A caixinha de sabonete está linda e me agrada muitíssimo.
Bom reinício escolar para voce.
bjtos no coração.Nile.

Maria Cusca disse...

Bonito e incentivador o discurso de Barack Obama.
Adorei a tua caixinha está linda.
A mousse está linda e com um aspecto divinal.
Jinhos amiga e um óptima semana

Habiba disse...

ola querida... esta lindo o teu trabalhinho!

beijinhos e boa semana

Ângela

Mona Lisa disse...

Olá Mena

Voltei e cá estou eu a ler a ler o texto e a saborear a gelatina (uma delícia)!

As caixinhas estão espectaculares.

Bjs.

Ana Powell disse...

Que bonita e composta saíu esta mousse.
Excelente trabalho.
Parabéns pela participação.

P.S. As caixinhas estão bem mimosas x

Sonia Facion disse...

Oi Mena!!!

olha eu aqui de novo.

Parece vicio o seu blog, hehehe.....


Tem 2 selinhos para vc e um pedido.

Preciso de votos paa ganhar um concurso que estou participando que termina amanhã.

Se puder me ajudar enviando para seus amigos, eu agadeço.

www.lojaaconchego-concurso.blogspot.com Num. 8

brigadim

Sonia

Chocolate disse...

as aulas estão e o transito caótico em lisboa também... beijinhos e boa semana!

Cenourita disse...

Que delícia de mousse enformada!!!

Beijocas ainda roxas***

isabel tiago disse...

Bom dia Mena

Após uma longa ausência vim revisitar o seu blog e disfrutar das suas últimas postagens.
Gostei da caixinha com o sabonete e da receita da mousse de amoras. Ainda que não ficasse enfeitada, tem um aspecto delicioso.
Boa semana.

Atelier da Casaleira disse...

Boa Tarde Mena! tudo bem?
antes de mais, desejo um excelente ano lectivo. Gostei, como sempre e cada vez mais, da exposição dos trabalhos, de artes decorativas e de arte de cozinhar,e da reflexão que faz com muita frequência, dos assuntos da actualidade.parabéns!um beijinho