sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Malmequer, bem-me-quer...

O malmequer que arrancaste
Deu-te nada no seu fim,
Mas o amor que me arrancaste,
Se deu nada, foi a mim.

Fernando Pessoa


As mãos

Que tristeza tão inútil essas mãos
que nem sempre são flores
que se dêem:
abertas são apenas abandono,
fechadas são pálpebras imensas
carregadas de sono.

Eugénio de Andrade

2 comentários:

Thaís disse...

Oi amiga, passei para deixar um beijo e dar um ótimo e excelente final de semana...bjão da amiga blogueira Thaís
Passe lá no meu blog, ele adora a sua visita. Bjos

Mona Lisa disse...

Olá Mena

Adorei este post com cheirinho a Primavera.

As fotos em total sintonia com os poemas.

Bjs.